#24 – ENTREVISTA | Níjme®

Confira entrevista exclusiva com Níjme® (São Paulo, SP | Brasil).

ATS_Nijme_01CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?

Meus pais eram donos de uma academia com diversos tipos de
atividades físicas, desde musculação, artes marciais e danças. Passei
minha infância dentro do ambiente dessa academia e comecei a
trabalhar bem cedo, dava informações na secretaria, fazia matriculas,
limpeza geral, e participava de todas aulas de todas as modalidades,
experimentei todas elas. Fui iniciada no Ballet Clássico pelo método
Academy Royal Of Dancing Classic Ballet recebendo o título de bailarina
e coreógrafa profissional (DRT 15.058).
De todas as danças que pude experienciar a dança do ventre para mim
é simplesmente encantadora… que magia incrível essa arte milenar
carrega em cada gesto e em cada olhar. Ela está tatuada na minha
alma, eu sinto uma profunda admiração por essa arte milenar, que
cresce diariamente. Quanto mais eu assisto, quanto mais eu pesquiso,
quanto mais eu aprendo, quanto mais eu pratico, quanto mais eu
ensino, mais amo o universo das danças do oriente médio.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual
ano se tornou professora?

Eu iniciei meus estudos no Estilo Tribal em 2007 após 10 anos de
estudo em 2017 eu me tornei oficialmente Sister Studio FCBD® e
Professora Certificada pela Mestra Carolena Nericcio- Bohlman e
Megha Gavin na Califórnia (EUA) 2017. Estou inscrita no Sistema de
Educação Continuada para Sister Studio (SSCE), fui recertificada em
2018.
Capa_Revista_Oriente-NijmeCT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?

Dança do Ventre – Dança Cigana – Tribal Fusion Belly Dance e
American Tribal Style® Belly Dance.
CT: Em quais escolas você ministra aulas?

Estúdio de Dança NÍJME®
Rua Canuto do Val nº210 conjunto 3
Bairro Vila Buarque
(Metrô Santa Cecília)
São Paulo – SP – Brasil
11-9-4725-6632 WhatsApp
http://www.nijme.com.br
https://www.facebook.com/nijmeestudiodedanca/
CT: O que a sua carreira representa em sua vida?

Representa 100% do que eu sou, é toda minha essência.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorouTribal-Nijme
ou piorou?
O Brasil está conhecendo o Estilo Tribal Americano e está se
apaixonando, a cada dia conquistamos mais praticantes e nascem
novas tribos espalhadas pelo país. Sinto abertura, adesão e aderência.
O crescimento é real, puro e verdadeiro, o Tribal é um estilo que veio
para ficar, criar raízes e florescer.
CT: Onde deseja chegar como professora do estilo?

Desejo permanecer em constante aperfeiçoamento sendo sempre uma
referência artística para dividir, multiplicar, somar, compartilhar,
partilhar e transmitir o legado do American Tribal Style® Belly Dance
e do Tribal Fusion Belly Dance.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao
aprenderem o Tribal?

Melhoram sua postura física, aumentam a auto-estima, se tornam
melhores líderes, e também melhores seguidores.
Desenvolvem seu autocontrole, senso de direção, aprendem a dominar
sua ansiedade, melhoram sua coordenação motora.
ATS_Nijme_03CT: O que é Tribal LifeStyle para você?

É levar a filosofia do tribal para além da sala de aula e dos palcos.
Vivenciar de forma orgânica o estilo tribal no seu dia a dia.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você
já participou?
Todas desde a primeira como aluna.
Na segunda edição fiz parte do elenco do Show de Gala em 2018.
Na quarta edição 2019, serei professora junto da minha partner
Sylmara Matos do Workshop com o Tema: ATS® Power Duet e nós
também seremos integrantes do elenco do Show de Gala.
CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo dasATS_Nijme_04
Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da
América do Sul.

Fui integrante do elenco da Cia Campo das Tribos durante todo o ano
de 2016 e tive o privilégio de estar sobre a direção da Rebeca Piñeiro
a quem tenho profundo respeito e admiração. Ela me iniciou no estilo
tribal americano e sempre me incentivou e acreditou no meu potencial
artístico. Por tudo lhe sou eternamente grata.
Ela é uma empreendedora audaciosa que sempre busca a evolução do
estilo tribal no Brasil e na América do Sul.
ATS_Nijme_02CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do
Congresso Tribal e amantes do estilo.

O estilo tribal é único, ele nos desafia a improvisar, a lidarmos com o
imprevisto, a vivermos o momento presente, a estarmos ao vivo e a
cores olho no olho, tratarmos o inesperado de forma natural, estarmos
atentos aos sinais. Essa espontaneidade é tudo o que precisamos na
nossa vida para sermos intensamente felizes, sempre e em qualquer
situação. Tribal é vida em constante evolução.

#23 – ENTREVISTA |Marilia Lins

Entrevista super especial com  Marilia Lins (Cotia, SP | Brasil). Ela retorna aos palcos do Campo das Tribos! Você sabia que há muitos anos atrás foi a Marilia quem ajudou a Rebeca Piñeiro a escolher o nome Campo das Tribos? Sim! Uma história longa de parceria, ciclos e aprendizados.

 

sagradasselecionadas_alta-20CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?

Danço desde pequena. Sempre foi algo muito forte em mim. Ouvia músicas que me tocavam e sentia vontade de expressá-las com meu corpo. Brincava de fazer show de dança e era sempre quem criava coreografias para meus grupos de amigas na escola. Lembro de participar de um concurso de lambada quando estava na segunda série do primário.  A dança sempre se apresentou de forma natural na minha vida, inclusive a Dança do Ventre, que iniciei quando tinha 11 anos com uma professora que nunca irei esquecer. Ela ensinava as ondulações abdominais fazendo metáforas ao ondular das águas do Rio Nilo. Acredito que mais do que eu ter escolhido a danca, a dança sempre me escolheu.

 

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?

Iniciei meus estudos no Tribal no ano de 2009. Naqueles tempos, o estilo Tribal Fusion mal tinha chegado aqui no Brasil. Estudava com vídeos didáticos das Tribais do Bellydance Superstars, Rachel Brice, Sharon Kihara, Zoe Jakes. Estive na primeira turma que a Mariana Quadros iniciou em São Paulo, mas por conta da distância não foi possível seguir com as aulas. Percebi que precisaria estudar o tribal estudando suas raízes naquele momento. Foi então que estudei a dança do ventre com Dúnia La Luna, que tem um estudo muito aprofundado das danças femininas que estão mais preservadas em sua originalidade, também estudei Danças Urbanas e Odissi. Na mesma época, estava me formando como professora de Yoga, adquirindo conhecimento anatômico, pedagogia e condução de práticas.   Tudo fluiu de forma muito orgânica para começar a dar aulas. Treinava dando aulas de Yoga para amigas que sabiam que eu dançava, e que insistiram para também começar a ensiná-las a dançar. Como já tinha naquele momento alguns anos de prática em dança do ventre, comecei a partilhar uma prática que trazia Yoga e Dança. Foi dando certo, a procura pela Dança foi ficando até maior que a pelo Yoga, e quando me dei conta, já estava com várias turmas, trilhando desde 2010 os passos como professora de Dança Tribal.

 

CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?

Atualmente desenvolvo a Dança Tribal Ritualística, que reúne o universo da Dança Tribal com a Sagrada Sabedoria Feminina. É um estilo de fusão, que além de técnica de dança também traz o estudo da espiritualidade dos povos ancestrais. Também sou a criadora do método Tribal Shakti, que tem por objetivo permitir uma jornada de autoconhecimento, empoderamento e cura por meio de chaves corporais e respiratórias, atribuindo significado bioenergético aos movimentos da dança tribal e levando a um estado de êxtase e conexão por meio da dança.

 

54515807_2304370563174600_4997699283646939136_oCT: Em quais escolas você ministra aulas? 

Tenho trabalhado apenas com grupos fechados no momento. A Formação em Dança Tribal Ritualística é o maior trabalho que estou ofertando neste momento, e está de portas abertas no momento. É uma jornada iniciatica por meio da Dança Tribal com um grupo que se forma e segue junto por vários meses de encontros intensivos e profundamente transformadores. Os encontros acontecem em Embu das Artes, bem próximo de São Paulo, mas ao mesmo tempo no meio da Natureza. Para mais infos, envie um e-mail para dancatribalritualistica@gmail.com

 

CT: O que a sua carreira representa em sua vida?

Minha carreira é o meu Dharma, o meu serviço nesta vida, aquilo que vim manifestar em benefício de todos os seres. Eu vivo o meu trabalho intensamente e o invento a cada dia. Sei que sou apenas um canal de uma força inteligente e amorosa muito maior do que eu, então sigo incansável sempre querendo agregar valor na vida das mulheres. Acredito que encontrei no que faço a missão de minha vida, e me sinto muito afortunada por isso.

 

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?53609569_2295491870729136_7865654070529228800_o

Quando iniciei no Tribal praticamente não havia cena tribal. Percebo que no início justamente por não existir muita coisa vários caminhos foram trilhados. Eu particularmente nunca me adaptei ao formato que se inspirou no que já acontecia na cena BellyDance no país, nunca acreditei em concursos ou competições, pois não acredito que a energia de competitividade que trazem sejam mais benéficas do que maléficas. Apesar de apreciar o formato palco que a Dança Tribal costuma se apresentar não apenas no Brasil, mas no mundo todo, o que realmente faz meu coração vibrar é o que venho buscando manifestar através de Ritos Artísticos, que evocam as Artes Sagradas Ancestrais, onde cerimônia, celebração, arte em suas diversas formas (dança, música, teatro, poesia, etc.) compõe um todo único e organizado com um objetivo definido, geralmente associado ao momento da roda do ano, onde a técnica é uma ferramenta para a expansão da consciência, e a performance é uma forma de nos aproximarmos do divino. Acredito ser este o verdadeiro espírito do Tribal, sempre foi este o lugar que esta dança me levou. Estou muito satisfeita com o Rito Artístico que oferecemos na Conclusão da Formação Dança Tribal Ritualística, pois trouxemos uma nova proposta de espetáculo mais sensorial e interativo, onde o público é levado a sentir e participar, com apresentações encadeadas e transições fluidas, com uma duração agradável, sem se tornar cansativo e desconexo ao público. Percebo que muitos festivais e eventos tem buscado trazer eventos com significados e propostas mais profundas e vejo isso com alegria e otimismo. É muito importante que esta Dança tão mágica e bela esteja a serviço do bem maior e não a serviço do ego, então todo movimento nesta direção tem grande valor ao meu ver.

 

CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?

Desejo impactar o maior número possível de mulheres, lembrando-as de que seus ventres e corpos são sagrados, e poderosos. Desejo ajudar o maior número possível de mulheres a se amarem e encontrarem na dança a sua medicina. Desejo expandir a Dança Tribal Ritualística para que mais e mais mulheres possam se empoderar e se capacitar para empoderar outras mulheres através da Dança e do Círculo.

 

sagradassemtratamento-114CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal?

O desabrochar de seu verdadeiro ser, de sua verdade mais profunda e autêntica. Curas físicas e emocionais. Empoderamento e confiança para seguirem sendo líderes de suas próprias jornadas e líderes em seus próprios círculos sociais.

 

CT: O que é Tribal LifeStyle para você?

É uma forma de vida que honra as culturas ancestrais de nosso planeta, sua sabedoria, suas medicinas, sua arte e de acordo com as afinidades pessoais de cada pessoa, tecemos a nossa identidade única, que se torna a nossa expressão e comunicação como o mundo. Desde a forma de se vestir à forma de se alimentar, esta curiosidade e amor pelas texturas e sabores do mundo está presente no Tribal LifeStyle e ele inspira cada pessoa a buscar a sua verdade, que é compatulhada, mas é ao mesmo tempo única quando a impressão digital, e em sua diversidade é bela, é multi e ao mesmo tempo acolhedora, pois todas as verdades podem ser honradas.

 

CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já 46416897_2222479744697016_1604963535450800128_nparticipou?

Participei das primeiras edições, acho que duas ou três, depois me afastei para ser mãe e desenvolver e parir também o meu trabalho autoral, que é Dança Tribal, mas é mais do que uma dança e sim uma compilação organizada em um método que reúne os mais de 15 anos de estudo, prática, iniciações em dança e em espiritualidade. Deste novo lugar, alinhada com meu propósito, retorno ao Festival neste ano para partilhar o fruto deste processo.

 

CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.

 

Como falei acima, minhas participações aconteceram no começo da história do Campo das Tribos e sinto-me feliz em ter ajudado no ancoramento deste movimento, lembro-me inclusive de conversar com a Rebeca sobre o protótipo do Festival e auxiliar a Rebeca no brainstorm criativo que deu origem ao nome Campo das Tribos. Naquele momento não poderia imaginar o tamanho que isso chegaria e é muito bonito perceber como tudo se expandiu e trouxe a tanta gente a oportunidade de estudar e crescer juntamente com a cena Tribal Brasileira.

 

PreviaDTRfev_alta-39(1)maCT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.

A Dança Tribal é uma dança que brota de raízes muito antigas. Muitos de seus movimentos e passos tem sua origem perdida no tempo. Quando você faz um círculo, um espiral ou um 8 com o seu corpo, você está desbloqueando chaves de sabedoria que nossas ancestrais codificaram num movimento prazeroso e terapêutico. Deixe que a voz destas mulheres sábias te lembrem de quem você realmente é. Não deixe que sua dança te escravize ou torture com comparações que só baixam nossa auto-estima e nos afastam umas das outras. Dance no palco, mas dance também ao redor do fogo, ou diante do mar numa lua cheia. Dance para o público, mas dance também com as suas irmãs, sorrindo, olhando nos olhos, sem se preocupar com tropeços ou erros. Dance elaboradas coreografias, mas permita-se ser canal da dança cósmica que é dançada através de você quando você simplesmente abre caminho para que o milagre da vida se manifeste.Estou sempre à disposição para ajudá-la a trilhar o caminho da Sacerdotisa Dançante caso você sinta este chamado. Até o Congresso!

#22 – ENTREVISTA |Juliana Santos

Entrevista exclusiva com Juliana Santos (Jundiaí, SP | Brasil)!

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CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 

Comecei a dançar a Dança do Ventre porque eu gostava muito de Dança Cigana (rsrs), pois é! Eu tinha 17 anos e tive a primeira oportunidade financeira de fazer algum tipo de dança e, por ser extremamente tímida, praticamente uma ostra fechada, escolhi a Dança do Ventre para trabalhar a minha dificuldade de lidar com pessoas, pois na época não encontrei dança cigana na cidade.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
Iniciei meus estudos no estilo Tribal Fusion em 2009 e em 2012 montei minha primeira turma de aula. Porém, considero que minha formação profissional no estilo se deu em 2014 quando me formei na faculdade de Educação Física e também fiz o meu primeiro curso profissional com Rachel Brice, bem como em 2015, que me formei Sister Studio FCBD® com Carolena Nericcio e Megha Gavin, foi quase que palpável a imensa melhora na qualidade das minhas aulas e da minha dança.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente? 
Trabalho com Tribal Fusion, American Tribal Style® e Dança do Ventre.
CT: Em quais escolas você ministra aulas?
Hoje tenho meu espaço de Dança, Pilates e Bem-estar localizado em Jundiaí-SP  (https://www.facebook.com/nucleojulianasantos/
Mas também ministro aulas fora da cidade: em Valinhos-SP no Estúdio Amira Shazadi (https://www.facebook.com/Centro-Cultural-de-Dancas-Arabes-Amira-Shazadi-Arabesque-Studio-de-Dan%C3%A7a-1632931976974493/)
Em SP capital, que é um grupo independente
Em Santa Bárbara D’Oeste, também um grupo independente.
CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 
Que pergunta gostosa de ler!! Me fez parar pra pensar bastante!! Eu poderia responder “TUDO” … na verdade em outros momentos eu responderia isso, mas não hoje! Hoje sei que minha carreira é parte essencial em minha vida, mas não é tudo que eu tenho! Eu não me vejo trabalhando com outra coisa, mas sim, me vejo trabalhando de outras maneiras com a essência do que faço hoje, o ensinar da dança me moldou, trabalhar com pessoas, ensiná-las e aprender com elas fez de mim não só a profissional, mas também a pessoa que sou! Há alguns anos eu jamais imaginaria o quão minha carreira seria essencial para me melhorar pessoalmente, por isso ela é essencial, porque ela me ensinou que tenho uma vida inteira para ser valorizada.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 45035717_1354141391388301_2306107312911155200_n
Sou a eterna otimista neh! Mas de verdade, vejo um mundo mais esclarecido sobre o nosso estilo, cada vez mais pessoas que “viraram” professores de Tribal através do Pai YouTube  entendem que nem dançam Tribal de verdade e acabam indo procurar uma formação mais preciosa!! Ou em alguns casos, desistem mesmo, porque acabam percebendo o quão difícil é dançar um Tribal técnico e respeitoso a tradição, ao mesmo tempo em que ele te dá infinitos caminhos. E graças a Deus, estamos cada vez mais esclarecidos no assunto, pois assim, cada vez mais teremos profissionais e amantes disseminadores de um estilo verdadeiro!!
CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?
Por hora, já cheguei!! =D … Um sonho realizado é fazer parte do quadro de professores do Congresso Tribal Sul-Americano! E como sabemos que a felicidade está no caminho, por enquanto vou curtir essa linda vitória que conquistei, até iniciar uma nova caminhada, rumo internacional?! Bóra lá! Ainda sem pretensões, mas estudando propostas.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 
A conscientização de que Tribal não é um pouquinho de tudo, já que um pouquinho de tudo é um montão de nada! E definitivamente, não dançamos qualquer coisa! A cada dia, eles aprendem a respeitar e buscam aprender mais sobre o estilo, comigo ou com outrxs profissionais, o que acho fantástico!
CT: O que é Tribal LifeStyle para você? 
Eu trouxe os ensinamentos do estilo pra minha vida, desde que o conheci uso os métodos de ensino, isso falando, corporalmente, mentalmente e espiritualmente para todas as áreas da minha vida. O Tribal me trouxe uma linha de dança saudável em todos os sentidos, acima de tudo respeitando os limites de cada um … se você consegue fazer um “torsão gigante” e eu não ou ainda não,  “Tudo bem!!” Vamos dançar juntas e adaptar nosso corporal até encontrar um meio do caminho e assim todas seremos felizes e estaremos inclusos num mesmo ambiente gostoso!! O estilo salvou minha dança e eu o vejo salvando danças e vidas por aí todos os dias.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 
Participei de três edições.
Juliana SantosCT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
O Congresso teve uma participação importantíssima em minha vida, passei por inúmeros momentos de dúvidas, desilusões, autoboicotes um após o outro e os momentos vividos durante as aulas e shows, principalmente no Congresso passado, me serviram como um despertador, me ajudaram numa reinvenção pessoal e profissional. E a cada ano que vejo a Rebeca nos impressionando cada vez mais, sempre trazendo algo ainda mais fodástico do que o da última vez, isso me inspira, me dá vontade de seguir, me faz pensar que se eu também buscar sempre o melhor, também poderei inspirar alguém por aí e, quem sabe ajudar a transformar o mundo numa crescente de inspirações!
CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso49479712_1405622069573566_3885604458255613952_n Tribal e amantes do estilo.
Aproveite cada instante que você estiver no Congresso, observe, confraternize, faça amigxs, tire suas dúvidas, não tenha medo de errar, perdoe erros alheios, ajude um desconhecidx, se alimente, se hidrate e principalmente, se organize para participar ainda mais no ano que vem, pois esse é um evento que sempre te trará novidades e um crescimento pessoal glorioso dentro do estilo. Não fique de fora jamais, você merece essa chance de evolução! Grande beijuh no coração, nos vemos daqui a poukim!

PROJETO SOCIAL: Fotógrafos do evento se unem para ajudar ONG de proteção aos animais!

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Oi, Tribo! Rebeca Piñeiro aqui!
É com o coração aquecido e cheio de alegria que anuncio este projeto social que o Congresso Tribal inicia em sua 4a. edição!

 
Os fotógrafos oficiais do evento se juntaram em prol dos animais e não receberão cachê pelos trabalhos registrados durante shows e  aulas do evento. Palmas para o coração de Mauro Capozzi, Wladimir Raeder e Simone Costa!

 


logoA ONG escolhida para esta ação é a GAAVA – GRUPO DE APOIO VOLUNTÁRIO AOS ANIMAIS ABANDONADOS DE CAMPINAS-SP. Conheça o trabalho lindo que a ONG oferece aos animais: http://www.gavaa.com.br
Muito obrigada Cintia Vilanova por nos doar seus conhecimentos com ONGs e ajudar este projeto acontecer e Natália Espinosa por nos indicar a Gavaa!
Durante o Congresso Tribal, deixaremos uma caixa em cima do palco. Nela você poderá Pixabay-Lei-Felicianofazer a sua doação e ajudar nossos amigos de 4 patas que tanto precisam de nós! Antes do Dancing in Flow® (dia 01/05 às 18h10), informaremos o total arrecadado durante o evento e que será doado integral para a ONG! Participe, ajude, seja amor! Qualquer valor que você puder ajudar será muito bem vindo. Somos muitos! Se cada um ajudar um  pouco conseguimos um bom resultado final.
maxresdefaultO valor será convertido em alimento, remédios, cobertores e tudo que for necessário para os cuidados dos animais abandonados que a  ONG GAAVA ajuda/salva!
O Congresso Tribal fará sua parte, doando R$ 1000 (mil reais)! Precisamos de você para este valor aumentar e realmente doarmos uma quantia que ajude a ONG a resgatar animais da rua e cuidar da saúdes deles!
Professores, Expositores, Equipe, Alunos, Expectadores, estaremos juntos nessa causa! 

Faremos um novo post após o evento compartilhando com vocês o valor total arrecadado.
Vamos juntos ajudar a deixar nossos amigos assim:

#21 -ENTREVISTA | Ananda Botelho Mendes

 

Entrevista especial com a Ananda Botelho Mendes (Rio de Janeiro, RJ | Brasil) !

IMG_8752CT: Por que começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 

Reza a lenda que “balé” foi uma das primeiras palavras que eu falei. Minha mãe, bailarina e coreógrafa talentosa, ria muito com o desespero daquele bebê querendo começar a dançar. Com 3 anos e pouquinho ela me matriculou no baby class, e desde então eu não consegui mais desgarrar da dança.

 

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professor(a)? 

No início de 2015 eu comecei a pesquisar loucamente sobre Tribal e a praticar com os DVDs da Rachel Brice. Em maio do mesmo ano me juntei à turma iniciante de Tribal Fusion da Lucielle LeFay, que é minha professora até hoje. Em 2016 eu participei do curso intensivo de ATS® dela, despretensiosamente. O ATS® se tornou tão importante na minha vida, pelo fator de interação com o coletivo e pelo fator de entrega na improvisação, que hoje é o meu preferido. Na época em que comecei a estudar o Fusion eu estava vindo de um background de dança com investigação energética, do trabalho de afrocontemporâneo da maravilhosa Mônica da Costa Aduni. Logo eu percebi que a movimentação do Fusion me aproximava do trabalho interno que eu estava fazendo pra mim, com a minha mente e o meu corpo. A partir disso eu fiz alguns experimentos unindo essas duas áreas – dança Tribal e investigação terapêutica – que ficaram na minha gaveta. Em 2017 eu reciclei o curso do Fogo Sagrado Alinhamento Energético, terapia na qual eu tinha me formado quase dez anos antes. O caminho natural foi começar a botar todos esses universos para conversar. A consequência foi o desenvolvimento de oficinas e cursos como o Ewá – Curvas e Curas, Dança para Sentir e Exuberância Interior. Mas a movimentação livre ainda é o pilar corporal dessas práticas, mesmo quando temos o Tribal nas vivências. O processo de alquimia íntima do Alinhamento Energético com a linguagem Tribal está continuamente no forno e precisa de tempo.

 

IMG_8616webCT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente? 

O Tribal (especialmente Fusion) é a única modalidade que eu tenho ensinado nos meus cursos e oficinas. Muitos deles são vivências com propostas conceituais bem definidas, mas não possuem nenhum estilo regente da prática de dança. Nesses casos tudo acontece por uma investigação corporal e psicoemocional onde cada uma descobre a sua movimentação a partir da ideia central da oficina e/ou a partir das estruturas terapêuticas do Alinhamento Energético. Quando o Tribal entra na proposta ele funciona como uma porta, um pavimento pra esse percurso, que é de autoconhecimento.

 

CT: Em quais escolas você ministra aulas?  

Os meus cursos e oficinas eu realizo de forma independente, em diferentes locais no Rio de Janeiro. Então quem quiser saber das próximas atividades pode me seguir no Instagram @anandabotelhomendes ou então enviar um whatsapp para (21) 99316-1476 pedindo pra entrar na mala direta.

 

CT: O que a sua carreira representa em sua vida? IMG_8644web

É até difícil de separar o que é a carreira de dançarina, o trabalho e pesquisa como terapeuta e tudo o mais que eu vivo, que é da mesma forma imerso em observação artística e espiritual. Cada vez mais eu vejo tudo como uma coisa só. É tudo muito importante.

 

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 

Fico feliz com o crescimento da dança Tribal nos últimos anos, a expansão é evidente. Especialmente do ATS®, me surpreende; nos eventos em que temos a oportunidade de dançar com tanta gente, sempre tem alguém novo. Ao mesmo tempo existe um clima de hostilidade no meio que precisa ser reconhecido para ser curado. Ainda temos um caminho a trilhar até estabelecer o Tribal para o público mainstream no Brasil e acredito que isso vai depender da nossa força e generosidade entre a gente, enquanto comunidade. Vejo que o trabalho da Rebeca agrega muito de positivo nesse sentido.

 

CT: Onde deseja chegar como professor(a) do estilo?

Meu objetivo principal é que a vivência desperte algo em quem participa, e que de alguma forma isso faça o processo daquela pessoa se aprofundar. Quero que o trabalho se expanda pra novos públicos e que se desenvolva, se torne cada vez mais rico, mais efetivo enquanto método.

 

CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o IMG_8753Tribal? 

Tive relatos incríveis de mulheres que voltaram a sentir seus corpos como há muito não sentiam, mulheres que começaram a dançar espontaneamente a partir de vivências com a movimentação do Tribal e resgatar movimentos serpentinos que estavam há muito tempo enrijecidos em seus músculos. Nesse tipo de vivência terapêutica, uma das coisas mais preciosas que acontecem, certamente uma das mais centrais, é a auto permissão para ser quem se é: uma arte tão simples, e muitas vezes tão massacrada na competição artística. Com isso o resultado natural é um transbordamento de permissão ao outro. Os encontros de olho no olho são lindos e difíceis de descrever. Além disso, acredito que seja contagioso.

 

CT: O que é Tribal LifeStyle para você? 

O Tribal teve um papel de reconexão com o coletivo que foi muito importante pra mim. Sofri de depressão e fobia social durante a maior parte da minha vida. A potência de reinserção social de uma prática como o ATS® é incrível e pode ser mais explorada. Isso pra mim é a essência do Tribal. As regras, vestuário e movimentos são inteligentes e esteticamente deliciosos, mas servem a um mecanismo maior, que é o da conexão. Sem isso nada funciona.

 

IMG_8625webCT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 

Participo desde a primeira edição do Congresso, em 2016.

 

CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 

Como participante da mostra as minhas experiências no Congresso foram sempre muito excitantes. Aquele tipo de momento que você percebe experiencialmente que está no meio de algo grandioso, diante da receptividade do público e do cuidado caloroso da organização do evento. Em que você olha no olho das pessoas que estão dançando com você, vê aquela chama acesa na pessoa e pensa: “Cacete, que honra dividir o palco com você!…”
Esta é a primeira vez que terei a oportunidade de estar participando como professora e também como aluna dos workshops. Estou encantada com a possibilidade de absorver tanto conhecimento corporal e relacional.

 

CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do CongressoIMG_8716 Tribal e amantes do estilo.
Confiem no que a alma de vocês pulsar. Escutem sempre o corpo de vocês, abram-se para ouvi-lo. E se isso não fizer sentido, silenciem a mente porque muitas vezes ela atrapalha a gente mais do que ajuda… rs ❤

#20 – ENTREVISTA | Mariana Quadros

Confira a entrevista da incrível Mariana Quadros (São Paulo, SP | Brasil)!

WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.42CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?
MQ:
Gosto de dançar desde criança, fazia jazz, criava coreografias e tal mas nada a sério. Comecei fazendo dança do ventre mais por questões terapêuticas, tinha muitas dores na coluna e fui meio de turista, não tava muito situada! rs Mal sabia o que me aguardava! rsrs

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professora?
MQ:
Em 2004, seis meses depois de começar a dança do ventre, encontrei um vídeo da Rachel Brice e um da Frederique David, e desde então comecei a estudar por conta própria o tribal por dvds e tudo que eu conseguisse colocar minhas mãos. Em 2006 fui pela primeira vez para o Tribal Fest na California e dei meu primeiro workshop de tribal após voltar do evento, nesse mesmo ano. Desde então não parei mais. O ATS comecei a ensinar quando voltei da minha formação, também na Califórnia, em 2010, mas ensinava apenas o meu grupo a princípio. Não sentia segurança ainda para ter uma turma, acho que comecei a dar aulas mesmo de ATS em 2011!

CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.44 (1)
MQ: Trabalho com o Tribal Fusion e o ATS, além da Yoga, que me formei em 2010 também.
CT: O que a sua carreira representa em sua vida?
MQ:
Minha carreira foi uma coisa que surgiu muito naturalmente na minha vida. Era o que eu gostava realmente de fazer, então tudo foi acontecendo de forma orgânica… Acho que o problema é justamente separar, e ter momentos em que eu não estou fazendo nada relacionado a trabalho!

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.43 (1)MQ: Essa é uma pergunta bem complicada pra mim… Sinto que o Tribal cresceu, isso é indiscutível, mas ao mesmo tempo esse crescimento não está sendo linear, para um mesmo ponto. O tribal se expandiu muito estilisticamente falando, então não sei se o tribal que cresceu é o mesmo tribal pelo qual me apaixonei sabe? Me parece que em grande parte não… Então temos muitas coisas sendo chamadas de tribal, muitas possibilidades para explorar, mas o “tribal” mesmo acho que precisamos de um esforço consciente e coletivo se não quisermos que se abstraia com o tempo. O ATS continua aí firme e forte, já não posso dizer o mesmo sobre o Tribal Fusion, que cada vez mais valoriza a experiência pessoal em detrimento de um gênero, um código de dança. A cobra mordeu o próprio rabo, e antes mesmo de ser consolidada uma técnica, já tinha muito mais experimentos do que gente de fato praticando a técnica.

CT: Onde deseja chegar como professora do estilo?
MQ:
Eu gostaria de ver o tribal mais conhecido, mais valorizado, e os valores que para mim são intrínsecos a ele, não serem deixados de lado.

WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.44CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal?
MQ:Consciência corporal sem dúvida é uma que vejo bastante, mas também uma curiosidade que vai nascendo, um interesse genuíno por todos os elementos que compõem a dança. Em alguns casos, uma segurança maior de auto-afirmação.  As mudanças que a dança provoca são infinitas e cada experiência é única, acho que toca cada um de um jeito diferente.

CT: O que é Tribal Life Style para você?
MQ: Eu gostaria de convidá-los a ler a resposta da Mari Garavelo para essa pergunta pois ela sintetizou exatamente o que eu gostaria de responder aqui rs. Só o que eu gostaria de acrescentar é que, no caso, esse “lifestyle” na minha opinião, não é a dança que traz, é o contrário. É atraído por essa dança quem tem determinado perfil.

CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.45participou?
MQ: Vixi! Muitões! O Festival desde o comecinho e o congresso também, desde o primeiro.

CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.
MQ:
Acredito que o Campo das Tribos teve e  tem um papel imenso no crescimento e divulgação do estilo no Brasil, e tiro meu chapéu para o trabalho enorme que é organizar esses festivais e um congresso com 40 professores de diversas partes do mundo. Sempre são eventos muito bem organizados e deliciosos de participar, parabéns à Rebeca!

WhatsApp Image 2019-04-08 at 12.48.43CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
MQ: Sempre tenha em vista o que te atraiu para o estilo,  e não se perca pelo caminho! Lembre-se que o aprendizado nunca acaba, somos eternos alunos e a profissionalização é um caminho a ser trilhado, que não acontece do dia para a noite! 😉

#17 | ENTREVISTA – Karina Leiro

Confira a entrevista com Karina Leiro, professora e parceira Campo das Tribso há anos!

WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 
KL: Eu comecei a dançar aos 5 anos porque meus pais me levaram para experimentar o ballet classico.Eu gostei e fiquei por 12 anos.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudoes no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
KL: Desde 2008/2009 quando comecei a faz aulas com Bela Safe Me tornei professora em 2011 mas já tinha anos como professora de flamenco.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
KL: Dança Flamenca, Tribal Fusion e ATS. (Coloquei por ordem de entrada das modalidades na minha vida rsrsrs)
CT: Em quais escolas você ministra aulas?
KL:
Ballet Marilia Nascimento insta @balletmarilianascimento, facebook

https://pt-br.facebook.com › Locais › Salvador

Ballet Adalgisa Rolim insta @adalgisarolimacademiadedança, facebook

CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 
KL: Eu não saberia viver sem a arte. A minha carreira, assim como a minha filha, dão um sentido especial à minha vida.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 
KL: Vejo o triball crescendo, se ampliando e se fazendo mais conhecido isso é positivo, contudo. não saberia dizer sem uma reflexão mais profunda e sem conversar com mais pessoas de diversos lugares, o que é bom e o que é ruim nisso, mas certamente há os dois lados. Acho que o mais importante nessa história é que cada pessoa que está no tribal saiba o que está buscando e que toda a filosofia que envolve o estilo não se perca no processo.
CT:  Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.33
KL: Como professora de todos os estilos com os quais trabalho, além do aprimoramento constante da técnica para passá-la com excelencia aos meus alunxs,  desejo chegar ao coração das pessoas, conectar com as suas emoções e ser um instrumento que contribua com a construção de uma vida melhor para cada um delxs.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 
KL: Vejo muitas pessoas que chegam distantes de seus corpos e de suas almas, terem nas aulas um tempo para si, um tempo de reencontro, de reconexão consigo, de autoconhecimento, de bem estar e também de partilha com o outro. Daí surgem mudanças de vida, melhora da qualidade de vida, resgate de sonhos, melhora de auto estima, mais socialização, novos vículos de amizade, afeto.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você? 
KL: Um estilo de vida vai além da esfera pessoal, que se preocupa e enxerga o coletivo, a tribo, o clã, a cidade, o país, o planeta, as relações humanas, a relação com o meio ambiente, os animais, com toda a teia com a qual estamos conectados. Nem todas as pessoas do meio pensam e agem assim mas essa foi a forma como esse estilo de vida chegou para mim e que  procuro cultivar dentro do que consigo, em meio às minhas limitações humanas e meu processo de evolução.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 
KL: Participo desde 2012. Este será a oitava edição.
WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32 (2)CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
KL: Eu já trabalhava com o flamenco mas estava bem no comecinho do meu trabalho profissional com o tribal e fusões. A Rebeca foi uma das primeiras pessoas que acreditou no meu trabalho e, depois de uma primeira ida com a Cia Lunay à qual eu pertencia na época, me deu a oportunidade de continuar participando. A Kilma Farias também acreditou e investiu em mim como profissional nesse perídodo de início, inclusive me chamou para ser da Lunay e criar um braço recifense da Cia quando eu morava em Recife. As minhas participações nas produções campo das tribos me trouxeram inúmeras oportunidades de estudo, reconhecimento, visibilidade, trocas com profissionais excelentes, belas amizades, enfim, só tenho a agradecer a perceria e confiança de todos estes anos. Desejo aproveitar para expressar minha gratidão a Bela Safe, que foi minha professora, por todos os seus ensinamentos e ter me incentivado a trilhar esse caminho.
CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do CongressoWhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32 (1) Tribal e amantes do estilo.
KL: “A dança tem uma peculiaridade que a diferencia de outras formas de expressão, que é o fato de ela existir sempre no presente. Ela é criada e recriada a cada instante. Durante a sua execução, não há divisão entre o criador e a criação. Tudo se realiza dentro e através do dançarino. O instante poético da dança remete a uma vivência da eternidade. Essa dupla natureza da dança, que compreende a fugacidade do instante que passa e que também nos remete a uma dimensão atemporal, abre a possibilidade de contato com níveis mais profundos de vivêcia e visão criativa da existência.” (Vera Lúcia Paes de Almeida, do livro Corpo Poético)

DICAS: O que levar nas aulas?

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Olá, Tribo! 
Falta pouco para nosso grande encontro! Preparei algumas dicas para você aproveitar melhor as aulas do Congresso Tribal e algumas solicitações dos professores.
Um beijo e nos vemos em breve, por 7 dias lindos!
Rebeca Piñeiro 

CUIDADOS COM O CORPO: 
O evento oferece uma grande quantidade de aulas por uma semana. É de extrema importância que você se preocupe diariamente com a sua saúde, desta forma, aproveitará o evento com qualidade e sem se prejudicar.

  • Beba água, muita água. Leve sua garrafinha e hidrate-se muito ao longo do dia.
  • Coma bem e leve. Faça boas escolhas na hora de se alimentar. Escolha comidas leves com alto teor calórico e rica em nutrientes e sais minerais, proteinas e carboidratos. Desta forma você manterá seu corpo leve e nutrido. Não pule refeições e coma uma fruta ou algo entre elas.
    Na cantina do evento teremos muitas opções a um preço popular. Comidas saudáveis com opção vegetariana, confira o cardápio aqui: Buffet Nasser 
  • Durma bem! Eu sei que é uma alegria estar cercada de pessoas que gostamos ou acabamos de conhecer, mas evite dormir tarde porque as aulas começam cedo e você precisa estar descansada para seu corpo absorver melhor as informações e sua imunidade não cair. Durma todas as noite o máximo que puder.
  • No Stand Téri Rivas Saboaria, teremos opções de sais de banho pré e pós aula para te ajudar a animar ou desacelerar o corpo e mente diariamente.
  • Teremos este ano o Espaço Zen, com dois massoterapeutas e mais de 5 tipos de massagens para você manter seu corpo e mente alinhados.
  • Leve seu kit pessoal de primeiros socorros com curativo, remédio para dor de cabeça, dor no corpo,etc. Monte seu kit de acordo com sua necessidade e remédios que você pode tomar caso precise.
  • Para as aulas, use meia, sapatilha ou tênis de dança. Desta forma você evita bolhas nos pés e cuida deles para as próximas aulas.
  • Alongue-se antes e após a maratona de aulas e sempre que sentir necessidade.
  • Respeite seus limites. Se estiver sentindo dor ou algum incomodo, tente reduzir o esforço físico. Pegue algumas aulas apenas para anotar e praticar em casa depois. Não vale a pena lesionar seu corpo porque você precisa dançar muito após o Congresso! Cuide-se e respeite-se!
  • Não esqueça de pegar seu certificado! Certificado Jill Parker será entregue dia 26/04 após a aula. Certificado Devi Mamak Dias 27 e 29 após a aula. Certificado Congresso Tribal com assinatura de todos os professores: Retirar na recepção no seu último dia no evento.

 

O QUE LEVAR PARA AULAS: 

  • Para todas as aulas, levar caderno e caneta. Desta forma você anota o conteúdo e fica com ele guardado para estudo pós evento. É importante você anotar para ir trabalhando a técnica durante o ano. Dificilmente absorvemos todo o conteúdo do evento imediatamente. Anote e garanta seu estudo pós evento. 
  • Para todas as aulas do estilo ATS®: Snujs
  • Aula Laura Gutierrez: Instrumentos: Pode ser Darbouka, Bendir, Snujs ou qualquer instrumento tradicional ou clássico de percursão e/ou melódico.
  • Aula Lucielle Le Fay: Leque
  • Aula Luisana: Snujs
  • Aula Ana Luh Le Senechal: Meia e se achar necessário, proteção para joelhos
  • Aula Mariana Esther: Snujs
  • Aula Fairuza: Espada (caso não tenha, os alunos poderão compartilhar as espadas entre si)
  • Yoga: Matt/tapete

ÉTICA NO EVENTO:

  • É extremamente importante cuidarmos juntos da boa energia do evento!
    Evite falar mal de colegas de sala, de professores, ou qualquer outra situação que possa gerar um clima desconfortável e inseguro para os participantes. Qualquer critica poderá ser enviada para o evento no feed back final ou até mesmo durante o evento, com algum diretor do Congresso.
  • Em sala de aula, chegue pontualmente, não saia durante a aula e nem converse com seus colegas dentro de sala. Respeite o professor que preparou uma aula especial para você!
  • Respeite a equipe, do auxiliar geral a diretoria. Todos são dignos de respeito e educação. Cobre o mesmo deles em relação a você!
  • Não é permitido filmar aulas, salvo com autorização do professor. Pergunte antes e lembre-se, não é não! 🙂

POSTAGENS:
Nós queremos acompanhar todos os seus momentos registrados dentro evento!
Siga as dicas a seguir e nos mantenha conectados com sua experiência no Congresso Tribal:
– Marque @congressotribal em todas as fotos  e vídeos (sim, diretamente nela, assim fica em nossos registros) e também no texto da foto ou vídeo.
– Coloque nos textos nossas # : #CongressoTribal #CongressoTribalSulAmericano #CongressoTribal2019