DICAS: O que levar nas aulas?

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Olá, Tribo! 
Falta pouco para nosso grande encontro! Preparei algumas dicas para você aproveitar melhor as aulas do Congresso Tribal e algumas solicitações dos professores.
Um beijo e nos vemos em breve, por 7 dias lindos!
Rebeca Piñeiro 

CUIDADOS COM O CORPO: 
O evento oferece uma grande quantidade de aulas por uma semana. É de extrema importância que você se preocupe diariamente com a sua saúde, desta forma, aproveitará o evento com qualidade e sem se prejudicar.

  • Beba água, muita água. Leve sua garrafinha e hidrate-se muito ao longo do dia.
  • Coma bem e leve. Faça boas escolhas na hora de se alimentar. Escolha comidas leves com alto teor calórico e rica em nutrientes e sais minerais, proteinas e carboidratos. Desta forma você manterá seu corpo leve e nutrido. Não pule refeições e coma uma fruta ou algo entre elas.
    Na cantina do evento teremos muitas opções a um preço popular. Comidas saudáveis com opção vegetariana, confira o cardápio aqui: Buffet Nasser 
  • Durma bem! Eu sei que é uma alegria estar cercada de pessoas que gostamos ou acabamos de conhecer, mas evite dormir tarde porque as aulas começam cedo e você precisa estar descansada para seu corpo absorver melhor as informações e sua imunidade não cair. Durma todas as noite o máximo que puder.
  • No Stand Téri Rivas Saboaria, teremos opções de sais de banho pré e pós aula para te ajudar a animar ou desacelerar o corpo e mente diariamente.
  • Teremos este ano o Espaço Zen, com dois massoterapeutas e mais de 5 tipos de massagens para você manter seu corpo e mente alinhados.
  • Leve seu kit pessoal de primeiros socorros com curativo, remédio para dor de cabeça, dor no corpo,etc. Monte seu kit de acordo com sua necessidade e remédios que você pode tomar caso precise.
  • Para as aulas, use meia, sapatilha ou tênis de dança. Desta forma você evita bolhas nos pés e cuida deles para as próximas aulas.
  • Alongue-se antes e após a maratona de aulas e sempre que sentir necessidade.
  • Respeite seus limites. Se estiver sentindo dor ou algum incomodo, tente reduzir o esforço físico. Pegue algumas aulas apenas para anotar e praticar em casa depois. Não vale a pena lesionar seu corpo porque você precisa dançar muito após o Congresso! Cuide-se e respeite-se!
  • Não esqueça de pegar seu certificado! Certificado Jill Parker será entregue dia 26/04 após a aula. Certificado Devi Mamak Dias 27 e 29 após a aula. Certificado Congresso Tribal com assinatura de todos os professores: Retirar na recepção no seu último dia no evento.

 

O QUE LEVAR PARA AULAS: 

  • Para todas as aulas, levar caderno e caneta. Desta forma você anota o conteúdo e fica com ele guardado para estudo pós evento. É importante você anotar para ir trabalhando a técnica durante o ano. Dificilmente absorvemos todo o conteúdo do evento imediatamente. Anote e garanta seu estudo pós evento. 
  • Para todas as aulas do estilo ATS®: Snujs
  • Aula Laura Gutierrez: Instrumentos: Pode ser Darbouka, Bendir, Snujs ou qualquer instrumento tradicional ou clássico de percursão e/ou melódico.
  • Aula Lucielle Le Fay: Leque
  • Aula Luisana: Snujs
  • Aula Ana Luh Le Senechal: Meia e se achar necessário, proteção para joelhos
  • Aula Mariana Esther: Snujs
  • Aula Fairuza: Espada (caso não tenha, os alunos poderão compartilhar as espadas entre si)
  • Yoga: Matt/tapete

ÉTICA NO EVENTO:

  • É extremamente importante cuidarmos juntos da boa energia do evento!
    Evite falar mal de colegas de sala, de professores, ou qualquer outra situação que possa gerar um clima desconfortável e inseguro para os participantes. Qualquer critica poderá ser enviada para o evento no feed back final ou até mesmo durante o evento, com algum diretor do Congresso.
  • Em sala de aula, chegue pontualmente, não saia durante a aula e nem converse com seus colegas dentro de sala. Respeite o professor que preparou uma aula especial para você!
  • Respeite a equipe, do auxiliar geral a diretoria. Todos são dignos de respeito e educação. Cobre o mesmo deles em relação a você!
  • Não é permitido filmar aulas, salvo com autorização do professor. Pergunte antes e lembre-se, não é não! 🙂

POSTAGENS:
Nós queremos acompanhar todos os seus momentos registrados dentro evento!
Siga as dicas a seguir e nos mantenha conectados com sua experiência no Congresso Tribal:
– Marque @congressotribal em todas as fotos  e vídeos (sim, diretamente nela, assim fica em nossos registros) e também no texto da foto ou vídeo.
– Coloque nos textos nossas # : #CongressoTribal #CongressoTribalSulAmericano #CongressoTribal2019

 

CANTINA – BUFFET NASSER

O melhor Buffet Árabe de São Paulo será responsável pela cantina do Congresso Tribal em 2019!
Comidas saudáveis e com opções vegetarianas. Tudo preparado com muito amor e cuidado para que você se alimente bem durante o evento e mantenha sua energia lá em cima. Preço justo e qualidade garantida, além é claro, da energia maravilhosa e contagiante da equipe Nasser. Confira abaixo cardápio completo e valores.

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Buffet Nasser Mohamed

Cardápio

Almoço : R$15,00

Almoço 1 )Lagarto com molho madeiro e Champion, arroz e panaché de legumes

Almoço 2) Supreme de frango recheado com queijo e ricota, arroz e creme de milho

Almoço 3)Penne ao molho vermelho com sobrecoxa assada

Almoço 4 ) Strogonoff de frango , arroz e batata palha

Almoço vegetariano ) Kibe de batata , creme de milho e panaché de legumes ( escolha entre arroz ou macarrão penne)

 

Salgados R$6,00

Coxinha

Torta de frango com palmito

Torta de palmito

Esfiha de carne

Esfiha de queijo

Bolinho de carne com ovo

Hot dog

Lanche Natural R$8,00

Porções R$15,00

Kibe assado

Kafta com pão sírio

Esfiha de carne e Esfiha de queijo

Bebidas

Refrigerante :R$6,00

Suco Natural : Abacaxi com hortelã / Maracujá / : R$6,00

Suco de Açaí com leite : R$10,00

Suco de Açai com Água : R$7,00

Água R$4,00

Cerveja : R$6,00

Caipirinha de Vodka e Saque R$20,00

Café R$ 2,00

Sobremesa

Açaí na tigela c/ frutas R$ 10,00

Açai na tigela : R$7,00

Brigadeiro Médio R$5,OO

Brigadeiro Pequeno R$ 3,00

Torta de Limão e Torta de Morango R$ 5,00

Bolo prestigio R$6,00

Promoção

Almoço+ Suco Natural + Brigadeiro pequeno : R$20,00

 

# 19 – ENTREVISTA |Sylmara Matos

Confira entrevista com Sylmara Matos (São Paulo, SP | Brasil)!

6 - 568A1142CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?
SM: Comecei  os estudos no inicio do ano de 2006 com dança do ventre, começou por hobby, tinha descoberto uma atividade que gostava, e com o passar do tempo fui me interessando mais, pesquisando sobre muitas particularidades da dança e tive apoio e incentivo da minha prof Marron Araujo. E em 2009 descobri o estilo tribal através de dvd’s do Bellydance Superstars, e a primeira vez que assisti uma apresentação de dança tribal através de vídeos, senti um encantamento, era tão diferente, lindo, eclético, elegante,algo tão diferente do que eu já pudesse conhecer e chamou minha atenção de um jeito que logo fui buscar onde praticar esse estilo. Demorei para achar e quando achei foi maravilhoso. Senti que era aquilo que eu queria dançar, que queria fazer, que queria aprender.

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou 2 - 568A1000professor (a)?
SM: Desde 2009 através de vídeos, a partir de 05/2011 passei a ter aulas regulares de ATS® e Tribal Fusion com Rebeca Pineiro e muitos outros works e aulas com outros professores nacionais e internacionais do estilo, e passei a dar aulas de ATS® em 2015 ano que fiz os cursos de formação do ATS®.

4 - 568A1125CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
SM: Estou focada no estilo tribal americano®.

CT: Em quais escolas você ministra aulas?
SM: Estou dando aulas no local Plêiades Terapias Integrativas

https://www.facebook.com/pleiadesterapiasintegrativas/

https://www.facebook.com/sylmaramatos/

Contatos: (11) 99620-0639 ou (11) 99311-0291

CT: O que a sua carreira representa em sua vida?
SM:
Ser uma contribuição na vida de outra pessoa é sempre muito gratificante, manter esse envolvimento é uma grande forma de crescimento pessoal e isso é o maior motivador para continuar com as aulas.

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 3 - 568A0990
SM: A cena Tribal no Brasil cresce a cada dia e isso é muito positivo, pois, ainda é uma modalidade de  dança pouco conhecida ao público em geral.

CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?
SM:
Não tenho nenhum ponto de vista definido onde quero chegar, porém, eu estou disposta e escolho continuar a pesquisar, a estudar, aprimorar minha técnica,  divulgar, propagar, promover, ensinar, apresentar o estilo tribal, é uma forma de contribuir e expandir essa conectividade que a dança é, e ser também uma referência.

CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal?
SM: Aprendem a confiar que eles podem e se desprendem de obstáculos e deixam fluir.

CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
SM: É ser quem você é, aceitar que cada um é único e todos podem ser uma forma de contribuição para o mundo, seja através da arte ou qualquer outra atividade que possa inspirar as pessoas.

1 - ShambalahTribal_MercadoMistico-09-03-19_143CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou?
SM:
Conheci o Festival Campo das Tribos desde a 3° edição como espectadora e participei nas posteriores edições com alguns solos e com o grupo Campo das Tribos da prof Rebeca. E o congresso participei da edição passada, edição especial de 10 anos de evento e na edição deste ano 2019, vou participar junto de minha partner Níjme com a nossa dupla Shambalah Tribal com workshop e apresentação no show de gala.

CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.
SM:
Essas produções foram realmente muito importantes, pois, foi um divisor de águas, e realmente era o tipo de espaço, de dança que queria vivenciar, conheci muitas pessoas queridas, muitas trocas de idéias, informações. E certamente o evento cresceu e continua agregando para a cena no Brasil como referência e forma de estudar com muitos professores e ter acesso a diversas técnicas e aprendizados.

5 - 568A1004CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
SM: Se permita acessar a energia que a dança traz. Se permita fazer algo que realmente goste abrindo mão do espaço de julgamentos, e sendo você!.

#18 – ENTREVISTA – Mariana Esther

Mariana Esther (Ribeirão Preto, SP | Brasil) é uma super parceira Campo das Tribos! Confira sua entrevista exclusiva para o Blog do Congresso.
3 - IMG_9095CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 
ME: Eu quis fazer aula de dança pela atração que sinto pelos desafios corporais (testes de coordenação motora em geral, na verdade).  E a dança oriental me pareceu um prato cheio. Até descobrir o estilo Tribal… Ele, sim, foi um delírio de desafios incríveis para o corpo! Mas confesso que quando comecei, dançava apenas por mim e para mim. Somente mais tarde, depois de interagir com diversos grupos da comunidade da dança fui compreendendo a natureza artística e os efeitos sociais, psicológicos e afetivos da dança.
5 - IMG_9233CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)? 
ME: Comecei a estudar o estilo tribal no ano de 2009. Montei um grupo de estudos de Tribal Fusion em 2011, mergulhei de cabeça no estudo do Estilo Tribal Americano (ATS®) em 2012 e comecei a dar aulas em 2013.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente? 
ME: Hoje, estou trabalhando apenas com o ATS®. Trago um pouco de Tribal Fusion em aulas eventuais, especialmente com experimentações de snujs.
CT: Em quais escolas você ministra aulas? 
ME: Tenho a honra de ter sido criada e acolhida pela equipe do Espaço La Luna de Dança Egípcia Clássica, em Ribeirão Preto/SP.
CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 1 - 2cb4590b-36e3-4694-ae52-17010f13ab25
ME: A dança para mim é um portal direto para a felicidade instantânea! Ela tem o poder de selar todas as preocupações para fora enquanto eu estiver dançando, principalmente quando estou em aula. Ela não é minha carreira de dedicação exclusiva. Embora sejam poucos os momentos da minha semana em contato com a dança, invisto o máximo de carinho e respeito por essa arte nesses preciosos momentos. São instantes que não quero que acabem. E essa é a melhor vida a ser vivida.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?
ME: Eu comecei a interagir com o mundo Tribal quando ele já estava mais avançado no exterior e tinha adentrado o Brasil havia poucos anos. O(a)s profissionais de referência da época, ainda em número reduzido, já tinham conseguido estudar com mestres internacionais e estavam desenvolvendo e consolidando seu próprio estilo. Novos admiradores (eu incluída), em número bastante elevado, sedentos por informação, não tinham ainda como obter uma formação sólida presencialmente. A tecnologia que hoje encurta distâncias e permite esses estudos também não era acessível a todos. Assim, vimos no início da cena Tribal no Brasil grupos independentes, espalhados, muito empolgados por fazer parte desse universo, mas carentes de conhecimento técnico. Por vezes víamos a assinatura estética do estilo escapar nas experimentações; não por desrespeito ao estilo, mas por falta de orientação.
Em poucos anos, auxiliado também pela tecnologia da informação e comunicação, alguns núcleos começaram a multiplicar o conhecimento, agregando valor nos eventos de divulgação e formação, em nível cada vez mais avançado. Felizmente, a comunidade respondeu prontamente. Temos o orgulho de ver hoje, espalhados por todo o país, profissionais muito bem formados e nitidamente engajados na formação continuada e nas parcerias.
Claro que como em qualquer comunidade, há opiniões e posturas diversas. Afinal, somos seres humanos! Comparando com outros estilos de dança, a impressão que tenho é que o respeito e a valorização ao compartilhamento e ao trabalho em grupo prevaleceram. Isso é raro. E isso é incrível.
2 - IMG_8217CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?
ME: Eu desejo mostrar para o público a mesma alegria que eu encontrei com essa dança. Continuar contagiando aqueles que já foram atingidos por ela. Conseguir ver na multidão aqueles que possuem o Tribal dentro de si, esperando ser canalizado para fora, e fazer isso brilhar e se expandir. Com tudo isso, desejo multiplicar os praticantes do Tribal por onde eu estiver.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 4 - IMG_3520
ME: Meus alunos passam a ter uma visão muito mais ampla de tudo (da dança, ou de outras atividades de seu dia-a-dia). São muitas competências individuais (físicas, mentais, sociais, espirituais) que ficam melhor resolvidas, cada um a seu tempo e dimensão. As pessoas passam a cuidar melhor umas das outras, a ter tolerância. No meio da aula, vejo as pessoas (iniciantes ou avançadas) se encherem de satisfação por descobrirem ou desenvolverem aquele conhecimento, com muita diversão, e muito à vontade. São situações ou metodologias que talvez não experimentem ao longo do seu dia nas outras profissões ou em outras atividades. Isso liberta, tranquiliza e renova as energias.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você? 
ME: Para resumir em palavras esse conceito, precisarei pegar emprestados os dizeres do nosso “Puja” (movimento de meditação do ATS®): RESPEITAR, RECONHECER e VALORIZAR você mesmo; a sua evolução; aqueles que são sua fonte de informação, formação e inspiração; aqueles que introduziram você a este mundo; o seu espaço e o espaço coletivo; e aqueles que interagem com você. E levar isso o tempo todo em qualquer atividade que faça, sozinho ou em grupo, e não apenas no momento da dança.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou?
ME: Vixe! Todos, desde 2012! Fazendo as contas só dos eventos anuais (Festivais Campo das Tribos e Congressos Sul-Americanos), foram sete. Sem contar os convidados em workshops paralelos, que também são sempre um sucesso.
6 - IMG_2499CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
ME: Oras, sem Campo das Tribos, eu particularmente teria muita dificuldade de acessar e aprender com profissionais internacionais e mesmo nacionais! Definitivamente, minha carreira na dança não existiria ou estaria ainda engatinhando, presa a uma bolha, ignorante a toda a diversidade que temos. Meu conhecimento cresceu muito mais rápido, mais transparente e melhor lapidado, sem dúvida. Acredito que o mesmo se aplique aos demais colegas. Ver a evolução do outro te alimenta de vontade de também se superar.
sem-titulo-1-copiaCT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
ME: Aproveitem todo o Congresso! Ele é feito com muito carinho para vocês. Nossa satisfação é vê-los aprender, se divertir e compartilhar suas experiências. Leve um pedacinho de cada professor para casa, e nos devolva esse pedacinho transformado em evolução e muito charme no próximo ano!

#16 – ENTREVISTA | Laura Gutierrez

Confira a entrevista exclusiva da Colombiana Laura Gutierrez (Medellín, Colombia).

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CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?
LG: Eu venho de uma família de artistas, meu pai é um músico acordeonista e minha mãe pinta, costura, sempre criativa em suas tarefas, assim a arte sempre esteve em nossas vidas. Ambos são empíricos e decidi seguir esse caminho de maneira mais profissional, para levá-lo em minha vida diária. Primeiro veio a música (de 3 anos), eu tive várias tentativas em outros como áreas de pintura, teatro, dança, mas quando conheci bellydance não tinha escapatória, dançou porque eu preenchi algumas maneiras que outra arte fiz, senti imediatamente uma empatia com sua música, movimentos, costumes, cultura.

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
LG: Comece plenamente com a dança oriental em 2008, 2010 Comecei meus estudos em tribo e acho que 2012-2013 comecei como professora. Em 2015 obtive o “treinamento de professores” com Carolena Nericcio e Megha Gavin em Campos das tribos.

CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
LG: Atualmente danço ATS® e Tribal Fusion. Nas minhas práticas pessoais dança oriental e folclore.

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CT: Em quais escolas você ministra aulas?
LG: Padma Studio, Facebook.com/Gutlaura e Instagram @padma_Studio

CT: O que a sua carreira representa em sua vida?
LG: Minha vida hehehehe

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?
LG: Uma constante transformação, é a essência deste estilo. Ele está em respiração constante, às vezes ele fica em silêncio como se parasse de respirar … às vezes ele respira com tanta força que parece explodir. E como em todas as artes sempre haverá pessoas que defendem e promovem certas exigências, como outras que são mais flexíveis ou como outras que finalmente entram em um estilo apenas por tendência e em total ignorância. No final do dia é uma dança que mistura tantos elementos que mencionar se melhora ou piora depende muito de cada contexto, quem / como / onde o observa; quem / como / onde eu danço.

CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?

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LG: Eu gosto de muitas coisas, e toda vez que eu escolho algo eu tento ser grato a cada experiência. Eu definitivamente gostaria de encontrar um equilíbrio entre poder viajar pelo mundo com minha arte e solidificar uma tribo no lugar de base.

CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal?
LG: Encontram sua feminilidade. curam-se e se reconhecem através da dança, lembrando se si mesmas através do trabalho em equipe.

CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
LG: Antes de conhecer a tribo, era difícil se comunicar facilmente com outras mulheres (um aspecto que eu acho que a maioria dos meus alunos) quando comecei a tribo cheia, eu podia sentir que muitos de nós tinham rotinas, gostos e pensamentos em comum que estava forjando infinitas atividades que pouco a pouco se tornaram “estilo de vida tribal”

CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já

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participou?
LG: Desde 2015, não parei! 4º ano consecutivo!

CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.
LG: Temos dificuldade em avaliar nossa própria arte e a de nossos vizinhos. O Congresso Tribal tem sido uma grande oportunidade para nos informar e aprender com nossos colegas, há muito profissionalismo, talento e potencial em todos os instrutores convidados que, sem dúvida, eu recomendaria mil vezes. Espero que todos tenhamos a oportunidade de participar de pelo menos um Congresso.

image5CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
LG: Não pare de estudar, criar, explorar e apreciar novos estilos e professores, cada um nutre-o de uma forma magicamente impensável, recorda e semeia a humildade, quer esteja a começar ou a estudar há décadas … não se esqueça. * Se você participar do meu workshop no Congresso, lembre-se de trazer um instrumento, não é necessário que você seja profissional; pode ser um instrumento melódico, percussão, sua própria voz e / ou seu corpo … vamos criar e improvisar a partir do zero!

#15 – ENTREVISTA – Marcelo Justino

Marcelo Justino (Jundiaí, SP | Brasil) é parceiro Campo das Tribos há anos! Conheça um pouco mais sobre ele nesta exclusiva entrevista.

WhatsApp Image 2019-03-24 at 14.37.42CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar essa arte?
MJ: Eu nunca planejei, sonhei ou imaginei que eu dançaria, que seria professor, bailariono ou coreográfo. Tudo aconteceu sem esperar. Eu entrei na academia para fazer musculação, mas para fazer aquecimento eu precisava de acompanhamento e a responsàvel tinha aula de aeróbica na hora, então ela me perguntou se eu aceitava me aquecer com aeróbica e depois ir para o treino. Eu disse tudo bem, eu via as meninas fazendo e achava normal e super fácil, rsrsrsrsr, que ilusão, primeira aula eu parecia um polvo com 8 pernas e 8 braços, totalmente descoordenado. Aos poucos fui tomando jeito e gosto e um dia a dona da academia chegou e eu estava fazendo aula, logo depois ela me chamou para me apresentar com ela, o que na época chamavamos de Aeróbica de Competição, e foi assim
que fui pela primeira vez ao palco. Daí em diante me apaixonei, abandonei a musculação e entrei no mundo
da dança, jazz, dança de salão, ballet, contemporâneo, sapateado, dança do ventre e por último do tribal.

CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em em qual ano você se tornou professor?
MJ: Pra ser sincero não me lembro exatamente há quanto tempo comecei no tribal, creio que há 9 anos,por volta de 2010, e comecei a dar aula por volta de 2016.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
MJ: Eu dou aulas de ballet, tribal e poledance, esporádicamente volto a dança do ventre.
WhatsApp Image 2019-03-24 at 14.39.43CT: Em quais escolas você ministra aulas?
MJ: Ballet eu dou aulas numa academia em Jundiaí a Corpo&Arte, poledance no Studio Kelli Muller e tribal aulas para um grupo particular sem vinculos com academias.
CT: O que a sua carreira representa em sua vida?
MJ: Eu não penso em “ minha carreira”, penso em dar aula e dançar que são minhas grandes paixôes, é o que me move, o que acontece é resultado do trabalho e não de uma busca específica.
WhatsApp Image 2019-03-24 at 14.37.24CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?
MJ: Pra mim , tivemos um grande “bumm “ alguns anos atrás, e depois deu uma estacionada. Não é um estilo fácil de se dançar, muitos apreciam mas não querem
aprender, mesmo assim acredito que teve um crescimento de número de praticantes. Como a arte sempre está em processo de transformação é natural que o estilo sempre esteja em processo de mudanças. Melhorou que o tribal é mais conhecido no meio da dança se compararmos com alguns anos atrás e o que piorou é que perdemos boa parte do sentindo de irmandade tão forte quando comecei, hoje é mais cada um por si, infelizmente.
CT: Onde deseja chegar como professor do estilo?
MJ: Quem me conhece sabe da minha paixão pela fusão com os ritmos brasileiros, diria que um desejo é que esse tipo de fusão seja mais difundido, apreciado e conhecido pelo mundo afora.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o WhatsApp Image 2019-03-24 at 14.38.15Tribal?
MJ: Com meus alunos percebo que com o tempo eles começam a conhecer melhor seu corpo como material de dança, percebem as inúmeras possibilidades de se expressarem com seu corpo e expandir seus horizontes culturais.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
MJ: Eu não sei responder essa pergunta, nunca pensei nisso, eu me apaixonei pelo estilo tão fortemente que hoje é algo tão natural que faz parte do meu dia a dia, não consigo definir isso em palavras.
WhatsApp Image 2019-03-24 at 14.38.55CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você participou?
MJ: Kkkk sou péssimo com datas, não lembro exatamente, acho que no 2 ou 3 Campo das Tribos fazendo apenas workshops na primeira participação, depois dançando em mostra, até que um dia Rebeca me chamou para show de gala, coisa para mim meio surreal na época. Sempre digo que Rebeca foi a primeira pessoa que me viu como um profissional do estilo e só tenho a agradece-la por isso sempre, daí em diante estive em todas as edições, dançando e depois ministrando workshop.
CT: Conte um pouco da sua experiência nas produçôes Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.
MJ: Rebeca sempre veio com grandes idéias para cada edição, e a cada ano sempre ficando maior, com isso é sempre instigante criar em cima de suas prospostas. Nos obriga a sair de nossa zona de conforto sempre. Particpando dos festivais e depois do Congresso, sempre vi que meu trabalho tem uma divulgaçâo grande no nosso meio, me colocando em contato com outros profissionais e ajudando a criar vinculos profissionais e de amizade sempre.

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CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
MJ: Participem, pois é o maior evento Tribal no momento do nosso país. É o local perfeito para se ter contato com várias vertentes do estilo, conhecer os profissionais, tirarem suas dúvidas pessoalmente com os professores, fora que é uma grande festa, um grande encontro sempre.

 

#14 – ENTREVISTA |Lucielle Le Fay

Saiba um pouco mais sobre Lucielle Le Fay (Rio de Janeiro, RJ | Brasil) nesta entrevista exclusiva para o Blog do Congresso Tribal!

WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44 (1)CT: Por que começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 
LF: Minha mãe me levou para as primeiras aulinhas de Ballet, que depois se transformaram em aulas de Jazz… até que conheci a Dança do Ventre na pré-adolescência. Me apaixonei perdidamente por ela e depois veio a paixão pelo Tribal. Desde que fui levada “por mim mesma” para a dança, a motivação foi se transformando: inicialmente por curiosidade, posteriormente pelo autoconhecimento e hoje por necessidade vital. Investigar esse corpo, arte e beleza são os pilares da minha vida.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.41Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
LF: Estudo Tribal desde 2007 e em 2008 me tornei professora de Dança do Ventre (que já estudava desde 2002). Passei a lecionar Tribal em meados de 2010.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
LF: Dança do Ventre, Flamenco, Tribal Fusion e American Tribal Style®️.
 
CT: Em quais escolas você minitra aulas? WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.43
LF: Em 5 escolas, todas no Rio de Janeiro:
– Sol y Luna Danzas – Espaço Cultural (https://www.facebook.com/SOLyLUNADanzas/)
– Jameelah Al Majida Studio (https://www.facebook.com/studiojameelahalmajida/)
– Ritmo e Arte – Escola de Dança (https://www.facebook.com/ritmoearte.danca/)
– Hari Om Studio (Grajaú)
CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 
LF: Ela é o centro da minha vida e fonte de realização pessoal. Não consigo trabalhar com algo em que não acredito. A batalha é diária, mas é por algo que vale a pena lutar.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44
LF: Sinto que estamos mais abertos e menos encaixotados sobre “isso pode” ou “isso não pode”. Vejo muitxs tribalistxs com gana de estudar e se aperfeiçoar, o que é muito bom. Não acho que tenha um ponto específico que tenha piorado, mas pontos ruins que permanecem: alunxs se tornando professores muito rápido, competições e comparações desnecessárias e a instabilidade do nosso trabalho.
CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?
LF: Desejo ensinar o maior número de pessoas que eu puder nessa vida e que elas entendam que dançar é mais do que aprender um conjunto de movimentos.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 
LF:Eu percebo que eles se tornam mais conscientes sobre o próprio corpo e livres para experimentar movimentos diferentes.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
LF: É estar aberta a novas estéticas e inquieta com esse corpo, investigando e criando novas possibilidades.
WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44 (2)CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 
LF: Desde 2015! Já são 4 edições que tenho o prazer de participar desse lindo evento.
CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
LF: Em 2015, quando participei a primeira vez, foi para fazer o General Skills e o Teacher Training e isso foi fundamental para a minha carreira! Desde então vejo as edições do Congresso como oportunidades para troca e experiências. Ser professora do Congresso em 2018 foi inesquecível e muito frutífero! Ansiosa para dar aula na edição de 2019 e participar dessa cena linda em expansão.
WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.42CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
LF: “I do not try to dance better than anyone else. I only try to dance better than myself.” (Mikhail Baryshnikov)

#13 – ENTREVISTA | Ana Luh Le Senechal

Pela primeira vez como professora do Congresso Tribal! Conheça um pouco mais sobre nossa querida Ana Luh Le Senechal (São Paulo, SP | Brasil).


Screenshot_20190321-021111_2CT: Por que começou a dançar? O  que te levou a procurar esta arte?
AL:
Comecei a dançar aos cinco anos, após a separação dos meus pais. Minha mãe em uma tentativa de me ver mais alegre e achando que eu “ levava jeito pra coisa”, me colocou no ballet.

O resultado foi fantástico, eu amei a experiência e desde então não parei mais. Já são 31 anos na dança, passando pelo ballet clássico, jazz, flamenco, dança moderna, dança contemporânea, sapateado americano, lyrical jazz, dança do ventre, até chegar nos Tribais da vida!

A arte de uma forma geral nos torna muito pertencentes de quem somos de verdade, e isso com certeza me fez  e me faz permanecer na dança eternamente. Já chegou em um ponto em que a dança não é apenas algo que eu faço…a dança é algo que Eu Sou!

 

Screenshot_20190321-020730_2CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos do Tribal e em qual ano você se tornou professora?
AL:
Eu comecei a estudar o Tribal em 2012/2013 na Escola Campo das Tribos. Iniciei no Dark Fusion com a Gabi Miranda e depois passei para o Tribal Fusion  com ela e com a Samra Hanan, Ats com a Rebeca Piñero e Tribal Brasil com a Samra também.

Tive também a oportunidade de ter aulas e participar de works com muito outros professores dos quais admiro muito e que me ajudaram a construir minha base dentro do Tribal.

Em 2015 me formei Sister Studio e em Outubro do mesmo ano comei a dar aulas de Tribal Fusion.

CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
AL: Tribal Contemporary, Tribal Fusion (infantil e adulto), Tribal Brasil, ATS e Flamenco (infantil e adulto).

CT: Em quais escolas  você ministra aulas?
AL:
Dou aulas na Escola Nar Cia de Dança e Arte.

https://instagram.com/narciadedanca?utm_source=ig_profile_share&igshid=lh97v09lhuke

Na Escola Mahira Hasan – dança e fitness para mulheres.

https://instagram.com/escola_mahira_hasan?utm_source=ig_profile_share&igshid=egs2bn1e00n6

Na Casa Matahari Mariposa

https://instagram.com/casamataharimariposa?utm_source=ig_profile_share&igshid=1kex8gol8j955

E também dou works em escolas, instituições e onde chamarem 🙂

 

Screenshot_20190321-021013_2CT: O que sua carreira representa em sua vida?
AL: Minha carreira representa quem eu sou, amadurecimento, os caminhos que percorri, os lugares dos quais passei, as pessoas que encontrei, os ensinamentos que tive, as coisas que aprendi, a lutas que venci…representa desenvolvimento, criatividade, possibilidades!

Ela fortalece meus pensamentos de que Arte é profissão sim, que ela é política, é protesto  e que ela é necessária para o desenvolvimento da sociedade E o fato de desenvolver essa arte por meio do corpo, pelo autoconhecimento e pela ressignificação, me completa como ser humano.

 

CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou?Screenshot_20190321-021007_2AL: Sinto que ela está em constante transformação.
Vejo muitas possibilidades aparecendo e muita criatividade como recurso. Eu particularmente acho tudo isso muito maravilhoso.
Também fico muito feliz com o fato de saber que temos muitos profissionais dentro do estilo no Brasil que são altamente capacitados para difundir a modalidade.
Temos acesso também a bailarinas internacionais e materiais para estudo do mesmo.
Acredito estarmos no caminho certo, porém, confesso que sinto um pouco de saudades das bailarinas OldSchool com sua dança e figurinos exóticos, daqueles que fez a gente se  apaixonar a primeira vez em que vimos um vídeo da Rachel Brice hahaha.

CT: Onde deseja chegar como professora do estilo?
AL: Em  todos os lugares!
Quero ajudar a fortalecer a cena do Tribal no Brasil, e junto com aqueles que me ensinaram e com os que estudaram e compartilharam seus aprendizados comigo poder servir de referência para a nova geração do Tribal.

 

CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Screenshot_20190321-021040_2Tribal?
AL: Terem a possibilidade de se tornarem pertencentes a elas mesmas e ao mundo.
Terem autonomia sobre suas emoções, sentimentos e corpos.
E principalmente por terem a oportunidade de se curarem!

CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
AL: Pertencer a um grupo que acredita e defende os mesmos ideais: Tornar-se pessoas melhores e fazer com que o seu melhor reflita em outras pessoas  tornando-as melhores também.

Desenvolver o coletivo, habilidades e capacidades com sua individualidade.
Respeitar e honrar nossa ancestralidade, nossas raízes.
Poder se colocar como Ser Dançante na sociedade e ser respeitado. 

CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou?
AL: Participei de 2 Festivais Campo das Tribos, 2 Campinhos e 3 Congressos.

Screenshot_20190321-020808_2CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena tribal da América do Sul?
AL: Sempre foram muito emocionantes e significativas.
Me possibilitou conhecer muitas pessoas que admirava, porém só conhecia pelas redes sociais…me proporcionou ter acesso ao estudo com professores referência dentro da cena do Tribal…me deu a oportunidade de mostrar o meu trabalho como bailarina, o que foi essencial para meu desenvolvimento profissional…e me trouxe grandes amigos!

O evento é sempre maravilhoso e muito bem organizado. Tive o prazer/sorte de poder ajudar trabalhando no último Festival e nos 3 Congressos e ver que isso é real e verdadeiro.

Graças a divulgação do meu trabalho nesses eventos e a oportunidade que me deram eu consegui chegar onde queria e realizar o sonho de me tornar professora na edição deste ano.

A existência desses eventos nos coloca em evidência na cena do Tribal. Nos ajuda a sermos enxergados…e assim beneficia a todos.

Screenshot_20190321-020828_3CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
AL: A dança no fortalece, nos cura, nos possibilita desenvolver a criatividade, nos coloca em contato com nossas emoções e sentimentos, nos dá autonomia, autoestima, consciência corporal…portanto, experimentem, vivenciem e façam bom uso dela!