Os Símbolos para o 5º Congresso Tribal

Salve Tribal Dancer, tudo bem?

Meu nome é Daniela, sou responsável, junto a beca, pela identidade visual do Congresso Tribal.

Vim rapidinho trocar uma ideia sobre o conceitos de identidade visual da 5ª Edição do Congresso, onde trazemos um pentagrama em nosso material de comunicação.

Por ser um símbolo presente em diversas culturas e crenças com diversos significados atribuídos, achei legal trazer a essência do seu uso no 5º Congresso.

Por que escolhemos o Pentagrama ou Pentáculo?

O processo de criação de artes do Congresso envolve muita pesquisa, muitos descartes de ideias legais, mais descartes ainda de ideias ruins, muitas risadas, horas de conversas, testes, rascunhos, rabiscos e, sobretudo, um carinho imenso da nossa parte (minha e da Beca) em apresentar algo que você curta e que ilustre a energia que rola no evento.

Essa é a 5ª Edição do Congresso. O número 5 foi o maior responsável pela ideia inicial do uso Pentagrama no material.

A pesquisa começou bem e nos deparamos com um significado muito especial atribuído ao símbolo: O Espírito, a Quintessência, o Princípio Vital.

A partir daí, tudo o que vimos a respeito do Pentagrama representando os 4 Elementos + o Espirito foi, cada vez mais, sintetizando a história do Congresso e o 5º ano que está por vir.

Na Edição passada, o 4º Congresso trouxe os 4 Elementos representados por símbolos triangulares. Assim como o pentagrama, os 4 Elementos também são vastamente mencionados em diversas culturas e crenças, com diversas características atribuídas.

Desenhando os 4 Elementos do 4º Congresso
Desenho da estrela para o pentagrama do 5º Congresso

Quando a pele se torna uma janela da alma!

Uma galera tatuou os símbolos dos 4 Elementos durante o Congresso. Outra galera tatuou um pássaro com símbolo do infinito em volta, referenciando o apelido que a beca botou ni noix, além é claro, de outros significados, como por exemplo a sensação de liberdade que sentimos ao dançar. Ah, teve também tattoo do logo do Congresso ♥!

Olha o tamanho da responsa!  A cena é incrível, a galera sente o que é real e verdadeiro e imprime esse amor em forma de tattoo. Foda demais!

Eis que chegamos na seguinte vibe para ilustrar a 5ª edição: O pentagrama de luz, sintetizando a energia dos quatro elementos equilibrados pelo espirito. A evolução de cada participante é a essência do Congresso Tribal. A sua evolução é o espírito do Congresso. Invoque sua evolução!

Vale salientar que o Congresso Tribal é um evento que visa reunir as melhores energias e disseminar o amor. Não fazemos apologias a crenças ou religiões. Respeitamos sua fé, seu sentir, seu rezar, seu orar… Respeitamos você, sua individualidade, sua forma de agir, de ser, de amar e de transmitir.

Bom, falei, falei, falei mas não expliquei em detalhes sobre os significados do pentagrama…  E nem vou! =P

Seria de uma ousadia tremenda tentar reunir aqui tudo que existe a respeito. Deixo a você o convite para buscar mais sobre os significados desse e de outros símbolos.

Abaixo, trecho da Wikipedia sobre o Pentagrama.

Originalmente símbolo da deusa romana Vênus, foi associado a diversas divindades e cultuado por diversas culturas. O símbolo é encontrado na natureza, como a forma que o planeta Vênus faz durante a aparente retroação de sua órbita. Trata-se de um dos símbolos pagãos mais utilizados na magia cerimonial pois representa os quatro elementos (água, terra, fogo e ar) coordenados pelo espírito, sendo considerado um talismã muito eficiente.

O pentagrama é conhecido também como o símbolo do infinito, pois é possível fazer outro pentagrama menor dentro do pentagrama maior, e assim sucessivamente.

Possui simbologia múltipla, sempre fundamentada no número cinco, que expressa a união dos desiguais. Representa uma união fecunda, o casamento, a realização, unindo o masculino,o 3, e o feminino, o 2, simbolizando ainda, dessa forma, o andrógino.

Alguns links de referências:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_elementos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pentagrama

https://pt.wikipedia.org/wiki/Pent%C3%A1culo

https://www.significados.com.br/pentagrama/

http://www.ocultura.org.br/index.php/Pentagramahttps://www.wemystic.com.br/artigos/pentagrama-significado-mistico/

http://www.ocultura.org.br/index.php/Pentagramahttps://www.wemystic.com.br/artigos/pentagrama-significado-mistico/

https://www.horoscopovirtual.com.br/artigos/o-papel-dos-quatro-elementos-na-alquimiahttps://voluntadeser.tumblr.com/post/133676889613/decodificando-la-realidad-i

Os quatro elementos: características e combinações

Curtiu? Vá além! Os links que deixei acima são uma pequena parte, beeem pequena mesmo, do que encontrei navegando nessa internetona em busca dos significados do pentagrama. Muitos links que vi na hora não salvei, sry. Se você buscar mais, achar algo mto top ou até já tiver material legal sobre o assunto, por favor, fique a vontade para comentar e fortalecer com a gente!

Caso você ainda não tenha feito sua inscrição no 5º Congresso, vou te falar que chegou a hora, viu… Aproveite e faça agora clicando aqui! Parcele em mais vezes que fica mais gostoso! 😉

Obrigada por ler, espero que você tenha curtido o tema e que você esteja saindo daqui com sede de mais pesquisas e mais saber.

Beijos, que o brilho esteja com você!

Equipe Congresso Tribal – Daniela Pinheiro

Jill Parker e a Criação do Tribal Fusion

Jill Parker e a Criação do Tribal Fusion
Por Natália Espinosa

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Quando pensamos em Tribal Fusion, qual é a primeira bailarina que nos vem à cabeça? Muitas de nós conhecemos o Tribal Fusion através dos vídeos do Bellydance Superstars e diremos, sem titubear: Rachel Brice (quando muito, Zoe Jakes, Sharon Kihara ou Mardi Love). Embora todas essas mulheres tenham sido grandes divulgadoras do estilo, a grande responsável por remoldar o estilo Tribal foi Jill Parker.

Jill Parker deu o primeiro passo na intenção de transformar o que era conhecido como tribal nos EUA dos anos 90, adicionando a seu estilo uma miscelânea tanto de influências mais antigas, como a linguagem da dança do ventre (que nos Estados Unidos tem o nome de cabaret bellydance) e a estética vaudeville, quanto de quebra de padrões do ATS®, como o abandono do choli e do turbante – ainda parte do dress code na época – e também a criação de performances totalmente coreografadas, que permitiram a Jill uma exploração diferente da musicalidade na dança. O Tribal Fusion ainda não tinha nome, mas já tinha mãe.

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E melhor mãe não poderia haver. Jill foi uma das integrantes originais do FatChanceBellyDance® e criadora do icônico Ultra Gypsy, do qual fizeram parte Rose Harden, Sharon Kihara e Rachel Brice. Em uma entrevista* Jill diz:

Eu venho estudando a dança do ventre em suas tantas encarnações diversas – um pouco de American Tribal Style®, um pouco de estilo mais regional e folclórico, estilos mais específicos de folclore como o da Arábia Saudita e todas essas regiões do mundo, estilo de dança do ventre clássico cabaret, que é o estilo que vem do Egito, e a versão meio que americanizada. Existem muitas versões de dança do ventre incluindo o tribal fusion, que é amplamente o que eu ensino, com uma dose bem saudável de folclore clássico misturado.

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Jill foi responsável por algumas outras inovações no Tribal que se conhecia na época: embora Rachel Brice tenha sido de fato a primeira pessoa a ser reconhecida como solista do estilo, Jill já se apresentava com solos antes. Além disso, o Ultra Gypsy original contava com um homem em sua formação, o que consolidou a atmosfera de aceitação dessa nova fusão que viria a ser chamada de Tribal Fusion anos depois.

Apesar de ter sido responsável por essa revolução no estilo tribal de dança do ventre, Jill Parker não se deitou sobre seus louros e continua estudando e pesquisando até hoje, o que a torna uma dançarina que sempre traz algo novo para o palco e uma professora muito respeitada.

Vinte e sete anos depois (N.T.: a entrevista foi concedida em 2015) eu ainda me considero uma aluna. Eu ainda sinto como se eu estivesse indo cada vez mais fundo nesse poço de informação que está aí, e eu amo ensinar. Eu realmente amo ensinar, com certeza é o meu chamado nisso tudo”.

Jill Parker estará no Congresso Tribal Sul-Americano, possibilitando que muitos de nós 4 - jill3estudemos com ela aqui no Brasil. É uma oportunidade imperdível: além do aprendizado que ela traz com sua bagagem de estudo e experiência em dança do ventre, é um privilégio do nosso tempo poder aprender com quem desenvolveu essa forma de arte, com quem estava lá quando tudo aconteceu. Poder ter aulas com ela em nosso país é, certamente, um presente!

 

 

Vídeos

Referências e leituras adicionais:

http://www.gildedserpent.com/cms/2010/12/14/jamine-june-tribal-fusion-jill-parker/

http://www.gildedserpent.com/cms/2010/11/03/jasmine-june-intro-tribal-fusion-belly-dance/

https://odcsf.wordpress.com/2015/08/26/sharing-the-healing-power-of-dance-a-conversation-with-jill-parker-by-maya-kitayama/

https://www.jillparkerbellydance.org/bio

http://tribalmind.blogspot.com/2011/01/pequenas-biografias-jill-parker.html

Taiko no 2º Congresso Tribal

Um momento muito especial dentro do 2º Congresso Tribal! Teremos a participação especial do grupo Himawari Taiko no show de gala, dia 30/04 às 19hs. Conheça um pouco mais desta linda arte.

POR FELIPE HIGA e CAROLINE NAKAO

HISTÓRICO

A história do taiko é milenar. Dizem os contos que fora usado para fazer contato com deuses, por isso está nas tradições religiosas mais antigas. Também foi usado em guerras por samurais para coordenar e estimular seus exércitos, e por isso virou símbolo da história do Japão como um todo. Ao longo dos anos, o taiko evoluiu como instrumento musical e se tornou um espetáculo a parte, não só como instrumento de percussão de acompanhamento, mas se tornando uma orquestra completa que explora todas as nuances melódicas japonesas tradicionais.

Com dezessete anos de existência, o grupo Himawari Taiko vem atuando como um grande expoente da cultura japonesa no Brasil. Iniciado a partir de um grupo de amigos nikkeis de São Paulo inspirados pelas batidas contagiantes do tradicional tambor japonês, o grupo agrega características que vão desde a união até a formação de valores individuais de seus tocadores.

A motivação para manter o grupo vem da amizade de nossos membros, qualidade valorizada e perpetuada. Sua formação se deu a partir desse sentimento compartilhado, dessa colaboração mútua na qual a essência do grupo é parte de cada um dos tocadores. Esse sentimento se reflete na vibração de cada batida, que carrega tanto a paixão por essa arte quanto a tradição milenar por trás dela.

Hoje, com a maturidade adquirida pelos anos de experiência, o grupo busca a evolução dos novos tocadores e o aprimoramento constante na técnica através de novas músicas. Uma característica que se destaca é a performance de palco mais contemporânea, influenciada por grupos do Japão na linha “Kawasuji Daiko”. Apesar do treinamento tradicional de taiko, o estilo reúne características de um espetáculo, agradando aos mais diversos públicos.

A motivação é seguir disseminando a cultura japonesa ao atuar dentro da diversidade encontrada no Brasil.

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