Quin Roque

QUIN ROQUE 
Jundiaí, SP | Brasil 

 

Licenciado em Educação Física, professor de Tribal Fusion e American tribal Style® no Núcleo de Dança e bem-estar Juliana Santos na cidade de Jundiaí interior de SP e Studio Symbios, (São Paulo, SP).

Introduzido à cultura do Candomblé; desde a primeira infância teve seu primeiro contato com a dança reproduzindo os movimentos feito pelos orixás no terreiro.

Iniciou os estudos no estilo Tribal Americano no ano de 2013, desde então vem fazendo
oficinas e workshops com diversos professores nacionais e internacionais.
Em 2016 começou a fazer aulas regulares de Tribal Fusion e ATS® com a professora Juliana Santos, bacharelada em Educação Física e Certificada FCBD® pela Carolena Nericcio e Megha Gavin.
Deu início também ao curso de formação para Dançarino de Tribal Fusion e Capacitação para Professor desenvolvido pela Professora Juliana Santos, tendo como base principal
conhecimentos anatômicos, Teorias de Laban, Embasamento Técnico da Dança do Ventre, História da Dança, Embasamento Técnico do American tribal Style®, Módulos l, II e III e filosofia de vida.
Ao longo de minha carreira elaborei coreografias, fiz várias participações em festivais,
performances, comerciais, e vídeos clips.
Em 2018, ministrei um curso de Tribal Orixá Fusion com total de 20 horas de aula, baseado em pesquisas sobre a dança dos Orixás.
O Tribal Orixá Fusion é uma dança ritualística baseada na Dança dos Orixás com passos
Fusionados a partir da nossa principal base, o American Tribal Style®, estilo Clássico criado pela norte Americana Carolena Nericcio no final da década de 60.
O Orixá Fusion Trabalha cada gesto trazido pelo Orixá na dança sem perder sua essência
primordial.
Cada movimento conta uma história e faz relação com um animal, um elemento da naturezaou um sentimento humano.
Os principais elementos naturais representados pelos Orixás na dança são Terra, Água, Ar e Fogo.

Nós temos a possibilidade de representar o elemento água em formatos diferentes: água da chuva, água doce e água salgada. Essa combinação é conhecida por “Yabas”, as Senhoras dos Ciclos. Assim também acontece com a terra que podemos trabalhá-la em seu estado sólido ou em uma versão lamacenta, onde nossas movimentações apresentarão certa lentidão, além do peso e da energia mais densa.
Os Orixás também se dividem entre Orixás anciões, Orixás de guerra e Encantados da Natureza que trazem uma forma especial de dançar, além dos mistérios que os cercam.
Dançar para um Orixá está muito além da reprodução dos gestos e movimentos, cada Orixá tem uma personalidade e uma energia a se trabalhar.
Quando dançamos para Oxum, nos movemos com doçura, amor nos olhos e no coração. Para Iansã, precisamos ter uma postura mais elevada para parecermos mais fortes e ao mesmo tempo leves e seguros de nossas movimentações.
Cada Orixá tem uma fonte de energia natural e uma relação direta com os nossos chackras.
Saber canalizar e direcionar essa energia para o público torna a nossa dança muito especial. A Dança Milenar dos Orixás nasceu em Iorubá, Região da África a partir de um rito onde os povos celebravam as forças que regem o mundo.

O Orixá e o American Tribal Style®.
Costumo dizer aos meus alunos que quando dançamos em Tribo conseguimos trazer para a nossa roda “O ser Orixá” que é nada mais do que viver em sociedade, respeitar o próximo e ser gentil com as pessoas. Quando dançamos em uma grande roda precisamos emanar o amor de Oxum, sermos compassivos e acolhedores como a Mãe Iemanjá, claros e objetivos como Iansã no momento em que tomamos a Liderança e também certeiros e ágeis como Oxóssi.
Ser Orixá é ser Tribo! É Ser Tribal!
O ORIXÁ FUSION é saber fusionar passos sem que se perca a identidade e a simbologia
ancestral desses movimentos. É olhar para um povo e saber respeitar suas crenças!