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Participantes “SHOW DE MOSTRAS”

Confira abaixo os  participantes e horários do show de mostras!

SHOW DE MOSTRAS
Data: 28/04/2018
Horário: 14h30
Local: Associação Aichi
Ingresso: R$ 35 (inclui entrada para Hafla Revoada com Helm ao vivo dia 28/04 às 19h30)

Atenção bailarinos das mostrasClique aqui para ler o regulamento completo das mostras que fala sobre seus direitos e deveres, horário de entrada entre outros detalhes.

Qualquer necessidade de alteração ou correção, por favor entrar em contato pelo e-mail: festival@campodastribos.com.br

mostras

Varal de Fotos

Mauro Capozzi
Muito prazer!!! Eu sou o Mauro, fotógrafo, e conhecido da maioria das bailarinas que estiveram na 2a. Edição do Congresso.

Eu estive para cima e para baixo registrando tudo o que aconteceu. O Evento foi uma grande festa. Momento de aprender, de reencontrar amigos e fazer novas amizades. Uma oportunidade de conhecer o trabalho de outros profissionais e ficar com os olhos brilhando com os produtos da Feira Tribal.

Faltando pouco para a comemoração dos 10 Anos do Campo das Tribos, convido a todos para rever como foi a edição de 2017, através do link: http://www.palcosp.com.br/dp_events/event-2/

Para celebrar a festa, vamos fazer um Varal Fotográfico com as fotos do ano passado. Então… convido a todos para dar uma passadinha para conhecer, aproveitar para pegar uma foto sua ou de um amigo e levar para casa como recordação do evento.

Esta é uma forma carinhosa que eu encontrei para retribuir o que eu aprendi sobre a vida, num evento de dança.

Jamila e o Legado Salimpour

POR NATÁLIA ESPINOSA

jamila bellydanceNo ano passado o mundo tribal perdeu uma de suas matriarcas: Jamila Salimpour. Posso dizer sem medo de errar que quase todas as pessoas que têm o mínimo de contato com o estilo tribal sabem pelo menos o seu nome e o seu grau de importância para nosso estilo de dança. Todos nós sabemos que Jamila plantou a semente do que hoje chamamos de estilo tribal de dança do ventre, ou somente estilo tribal ou dança tribal.

Mas a grandiosidade do trabalho e do caminho desta mulher vai muito além. Jamila é sinônimo de força, engenhosidade, sensibilidade. Foi uma mulher que abriu diversas portas não somente para o tribal, mas também para a dança do ventre como forma de arte – uma arte à qual ela dedicou sua vida.

O primeiro contato de Jamila Salimpour com a cultura árabe foi através de seu pai, que era da marinha e, por causa disso, esteve em bases no Egito, Tunísia e Síria. Ao voltar para os EUA, ele levou para casa gravações de músicas do Oriente médio e tentou imitar os dançarinos orientais que viu. Podemos dizer que os primeiros passos de Jamila foram suas tentativas de imitar seu pai nesta atividade. Porém, não foi com a dança do ventre seu primeiro trabalho como artista profissional: ela trabalhou no famoso circo “Ringling Brothers Circus” quando tinha apenas 16 anos, e seu número contava até com um elefante!

A dança do ventre voltou à vida de Jamila quando tinha por volta de 20 anos, através dos filmes da Golden Era da dança do ventre. Fascinada pela dança de estrelas como Samia Gamal, Tahia Carioca e Naima Akef, ela tentava também imitá-las no saguão da casa onde morava. Coincidentemente, a senhoria da casa era Armênia e reconheceu o talento de Jamila, levando-a para dançar em festas e eventos. Mas essa ainda não seria a profissão definitiva de Jamila. Ela também trabalhou como joalheira e abriu um café.

JamilaFoi somente aos 31 anos que Jamila começou a dançar em um club (algo como uma boate) árabe, tendo sido também coproprietária de outro club, o famoso Bagdad Café. Nessa época conheceu aquele que viria a ser seu terceiro marido e pai de sua filha Suhaila, o percussionista persa Ardeshir Salimpour. Ardeshir tentou impedi-la de dançar com ameaças de violência física, porém por conta da situação financeira Jamila foi impelida a dar aulas de dança do ventre.

Não havia material, metodologia, nomenclatura para o ensino formal de dança do ventre e de snujs. Perseverante e corajosa, Jamila tomou para si esse trabalho. Estudou minuciosamente todos os toques de snuj que escutava e inclusive desenvolveu algumas variações, o que culminou em seu primeiro manual de snujs (que vinha com uma fita para as pessoas escutarem o que estavam lendo)! Ela também viajou para estudar com dançarinos de diversas modalidades de dança oriental e publicou diversos estudos e pesquisas nessa área. Sua importância é inegável também para a dança do ventre: ela foi, até onde se sabe, a primeira pessoa aqui no ocidente a dar nomes aos movimentos e sistematizar o ensino da dança do ventre. Se você sabe identificar movimentos quando ouve oito maia e queda turca, agradeça à Jamila!

Bal Anat 2Em relação ao tribal, podemos dizer que ela foi a grande responsável, através de seu grupo Bal Anat, pela estética e pelo formato de coro. Esse grupo foi criado para caber no contexto da Renaissance Fair, uma feira de recriacionismo medieval. Não fazia sentido colocar seus alunos para dançar com as roupas de dança do ventre das estrelas de cinema: precisava fazer algum sentido dentro da estética histórica. Então, ela pesquisou em revistas, pinturas, fotografias antigas e até poemas buscando referências de como se vestiam e adornavam as sociedades, comunidades e tribos que tradicionalmente dançavam o que veio a ser dança do ventre. E, dessa forma, Jamila inseriu sua arte em um meio inusitado. Voltando algumas linhas neste parágrafo vocês podem ver as palavras SEUS ALUNOS, e não SUAS ALUNAS. Jamila abriu as portas para um homem dançar em sua trupe, e esse homem virou um dos grandes ícones do tribal: o maravilhoso John Compton.

John ComptonKatarina BurdaO Bal Anat contava com diversos artistas: músicos, malabaristas e dançarinos de vários estilos dentro da dança oriental. John Compton fazia sua dança com a bandeja, Katarina Burda dançava a dança da deusa mãe com sua máscara (não é à toa que uma de suas alunas mais famosas, Zoe Jakes, traz constantemente esse elemento em seus trabalhos), até a pequena Suhaila dançava. Era um espetáculo onde o espectador tinha uma pequena aula sobre dança oriental. Era dito que estes artistas eram “de várias tribos”, embora a dança ainda fosse dança do ventre e folclore. Jamila nunca disse que sua dança era tribal, mas sem dúvida foi a responsável, devido à sua criatividade, pelo nascimento da ideia de uma dança do ventre diferente do que se via nos filmes.

Jamila e SuhailaSua filha Suhaila seguiu o caminho da dança do ventre, dando aulas, desenvolvendo um estilo próprio e criando a Salimpour School, que forma alunos em seu formato e também no formato de Jamila. Jamila deu aulas até poucos anos antes da sua morte. Quando visitei Suhaila em seu estúdio em 2016, presenciei uma amorosa conversa entre ela e sua mãe ao telefone. Ao desligar, Suhaila pediu desculpas por sua mãe não estar presente e disse que Jamila estava doente, já estava com 90 anos. O respeito e devoção de Suhaila por sua mãe e por seu legado é impressionante.

A Salimpour School é um retrato da beleza deste legado: mulheres de todos os tipos muito focadas, alegres e disciplinadas trabalhando juntas para mostrar uma dança do ventre de muita qualidade com embasamento histórico e leitura musical afiada – o formato de Suhaila é menos “solto” que o de sua mãe, mas os movimentos são os mesmos. É um ambiente que inspira reverência.

jamila fim do texto
É com essa reverência e com essa alegria que precisamos nos lembrar de Jamila Salimpour, e que sua história nos inspire não somente na dança, mas também na vida. Que nós possamos nos espelhar nessa mulher que seguiu seus sonhos e a certeza de seu coração, que não teve medo de inovar e de quebrar barreiras, que sempre encontrou uma forma de levar a arte que tanto amava para o máximo de pessoas possível. Obrigada, Jamila!

FUSÃO – O ato ou efeito de fundir-se

POR MARCELO JUSTINO

5 - MARCELO-170916-013Nos  últimos anos fui chamado para ser jurado de tribal e fusões e me deparei com alguns erros de entendimento referente a essa linha.Nos  últimos anos fui chamado para ser jurado de tribal e fusões e me deparei com alguns erros de entendimento referente a essa linha.Como a própria definição da palavra  fusão já diz, fusão é o ato  de fundir ,de misturar , mas na prática isso ainda se torna um pouco confuso para várias pessoas.

2 - 072_ (18)Para o meu trabalho  defini três linhas básicas para poder direcionar a fusão.
1- Preciso ter movimentos puros da dança que tenho como base,  seja o ATS® ou o Bellydance.
2- Preciso ter movimentos puros da dança a qual irei fusionar ( jazz, danças brasileiras, clássico, ritmos caribenhos, etc.).
3- Preciso ter movimentos fusionados do meu estilo base com o estilo escolhido para fusionar. Partindo desse princípio ficará mais fácil para direcionar todo trabalho coreográfico.

Ainda dentro dos equívocos, me deparei com pessoas que achavam que o simples fato de usar um figurino e uma música ligado ao estilo  escolhido para fusionar já fazia do seu trabalho uma fusão.Além desses 3 pontos básicos para criação coreográfica temos outros 2 pontos bem importantes. Primeiro  escolha uma música do estilo a qual irá fusionar  e não do estilo que tenha como base, isso te ajudará a fugir dos padrões tradicionais corporais provavelmente já bem incutidos em seu corpo. Segundo, tente fazer também uma fusão em seu figurino, misturando itens e referências dos 2 estilos, isso deixará seu trabalho mais rico.
3 - DSC03548Não precisamos ser um expert no estilo que queremos fusionar, mas precisamos sim ter o mínimo de entendimento e estudo para evitarmos erros crassos culturais. Você pode fazer algumas aulas para conhecer pelo menos a base do estilo e muita pesquisa bibliográfica  e áudio visual, isso com certeza te enriquecerá muito e te dará ferramentas para sua fusão. Assim seu trabalho ficará totalmente fusionado, música, técnica , figurino e aos olhos do público terá uma riqueza de informações.

O ATS®

POR MARIANA QUADROS
SisterStudio® do FCBD® e integrante do programa SSCE®

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O ATS® (American Tribal Style®/ Estilo Tribal Americano) é uma dança de improvisação coordenada em grupo.

É um estilo relativamente novo, que nasceu oficialmente em 1987 com a criação do grupo FatChance BellyDance® por Carolena Nericcio em São Francisco, CA. Seu repertório de movimentos é baseado na dança do ventre com toques de folclore oriental, flamenco e danças clássicas indianas, mas o ATS® possui várias características que o tornam singular. A postura altiva e os braços altos inspirados no flamenco imprimem uma aura de integridade e orgulho às dançarinas.

A improvisação coordenada em grupo funciona de forma que a líder utiliza gestos e sinais não-verbais para se comunicar com as outras, improvisando com base em um repertório comum a todas as dançarinas do gênero.

179491_3080942477952_1467353936_nA linguagem criada para desenvolver o improviso é tão bem estruturada que se torna imperceptível aos olhos do público leigo. Isso também provoca uma maior integração entre as dançarinas, uma vez que precisam estar sempre atentas ao próximo sinal da líder. No ATS®, o importante é apresentar a dança como um conjunto, não existe individualismo já que a liderança é alternada durante uma apresentação. Também não existe o trabalho solo, embora eventualmente uma dançarina possa ir à frente do grupo dançar por alguns poucos minutos. Mas a essência do ATS® está justamente na cooperação, no trabalho em grupo. Daí também o aspecto “tribal” do estilo.

Outros pontos que contribuem muito para o espírito tribal do ATS® são os trajes e a música. Os trajes são extremamente elaborados e compostos de muitos elementos, grande parte oriunda de tribos da África do Norte, Oriente Médio e Índia. As músicas utilizadas são, em sua maioria, folclóricas da África do Norte e Oriente Médio. Por todos esses fatores e pela sensação geral transmitida por um grupo de ATS®, não é difícil que ele seja confundido com uma dança tradicional. Assim, ele foi batizado no início para espantar o medo que os mais conservadores tinham de que esse novo estilo fosse interpretado como algo tradicional. O “american” do rótulo deixa claro que as bailarinas estão geograficamente distantes da cultura que criou a dança e tomando liberdades artísticas com ela, e o “tribal style” descreve as dançarinas trabalhando em conjunto e com um visual “tribal”.

ÚLTIMA CHAMADA para Lote 1

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💃🌻PASSE LIVRE🌸😍
Com esta opção, você participará de todas as atrações do evento (exceto intensivos), vivenciando cada experiência que este grande encontro proporcionará a você e aos amantes do Tribal.

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-> Entrada para Hafla com Helm ao vivo + Festa de 10 anos Campo das Tribos
-> Ingresso para Show de Mostra
-> Ingresso para Show de Gala

🏺1º LOTE (de 25/07/2017 a 31/12/2017):
R$ 1223 (comece a pagar em dezembro/2017 e parcele em 5x de R$244,60)
à vista, cheque pré datado ou parcelado por depósito bancário (o valor deverá estar quitado até dia 20/04/2018)
R$ 1304 em até 12x via PagSeguro (cartão de crédito) ou PayPal à vista
PROMOÇÃO:
Desconto de 10% para participantes da edição em 2017 na opção Passe Livre.
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🏺2º LOTE (de 01/01/2018 a 20/04/2018):
Investimento:
R$ 1304 (comece a pagar em janeiro/2018 e parcele em 4x de R$325)
à vista, cheque pré datado ou parcelado por depósito bancário (o valor deverá estar quitado até dia 20/04/2018)
R$ 1403 em até 12x via PagSeguro (cartão de crédito) ou PayPal à vista
PROMOÇÃO:
Desconto de 10% para participantes da edição em 2017 na opção Passe Livre.
Condições especiais para Caravanas acima de 5 pessoas. Clique aqui e saiba mais.

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