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O Espelho no Outro

O espelho no outro
Por Lilian Kawatoko

No início de 2018, eu estava em processo de TCC na Pós-graduação em Cenografia e Figurino e após buscar muitos temas, me decidi sobre “o espelho”.

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Foto do meu trabalho prático de Tcc – Pós Graduação em Cenografia e Figurino Centro universitário Belas Artes de SP – 2018 Fotografia original: Claudio Higa Mais sobre o trabalho: http://liliankawatoko.com.br/speculum/

 

A princípio minha pesquisa estava bem relacionada com a imagem e nossa relação com este objeto, era uma pesquisa bem direcionada a figurino, mas depois ela tomou conta de mim no âmbito psicológico também, pois percebi que tudo que fazemos está relacionado, e que ela também investigava o Tribal enquanto comunidade.

Curiosamente, nas sociedades tribais quando não havia espelho como objeto e somente reflexos em poças d’água (que não eram imagens perfeitas e retas) nossa noção pessoal era baseada e reconhecida no outro, e nas relações comunitárias entre a tribo. Então, o homem sentiu a necessidade de criar os espelhos, que foram evoluindo até como conhecemos hoje, e essa necessidade de se ver perfeitamente resultou numa mudança fundamental na visão do self. A partir desse momento, ele passa a se enxergar de outra forma, passa a se autoafirmar e a se autojulgar, reconhecendo, assim, como indivíduo.

“Na ausência de um espelho real, portanto, a definição do eu é inteiramente construída dentro da rede de interações e inter-relações da tribo. A imagem do Self é baseada no espelho do Outro, não no espelho per se”. (HALEY, 2005, p. 50)

Dessa pesquisa e outras anteriores, extrai pontos muito interessantes de ligação com a minha prática na dança, e desde 2017 tenho focado em temas de workshops no corpo e psicológico dançante além de repertório (como o ATS® Complements que lancei agora em 2019 e tem esse objetivo de estudo).

Em 2018 apresentei um workshop que oferecia exercícios para facilitar as transições dos passos no Congresso Tribal, que é o evento perfeito para essas trocas pois temos o privilégio de dançar com muitas pessoas diferentes, com corpos, histórias e olhares diferentes. Para quem dança ATS ® é uma oportunidade excelente de estudo de improviso e um momento de evoluir muito como artista e pessoa.

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Sisterhood Ats Project – Dani Franco e Kátia Aslana Fotografia: Claudio Higa

Agora em 2019 apresento o workshop que surgiu da minha pesquisa Speculum, “O Espelho no outro” que tem como objetivo resgatar, por meio do ATS® a nossa relação de tribo, autoconhecimento e a relação com o outro, com compaixão, aceitação e igualdade. Trabalharemos a adequação ao corpo alheio, concentração, sinergia, sintonia, energia e a simbiose durante a dança.

Será incrível!
Dia 01.05 às 15:50h no 4º Congresso Tribal!

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Lilian Kawatoko

 

 

 

 

Lilian Kawatoko

Devi Mamak e Sua Influência no ATS®

Devi Mamak e Sua Influência no ATS®
Por Sylmara Matos 

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Devi Mamak é membro e diretora artística do premiado grupo Ghawazi Caravan em Blue Mountains, NSW, desde 2000 – Austrália. Devi nasceu em San Francisco (EUA) em 17 de julho de 1967 viveu um tempo por lá, assim como em Los Angeles,  no Havaí, Fiji e várias partes de Sydney. E desde 1991 vive em Blue Mountains (Montanhas Azuis) na Austrália. É professora de piano clássico credenciada pelo Conservatório e ensina piano desde 1981.

Devi é reconhecida como uma das melhores dançarinas, professoras e coreógrafas da Tribal Bellydance e American Tribal Style® da Austrália. Dá aulas de ATS® desde o ano 2000, treinou muitos dos melhores dançarinos do gênero e ganhou uma reputação como uma professora paciente e completa. Como intérprete, ela é conhecida por sua forte presença no palco e coreografias inovadoras e coloridas. Devi ensina regularmente em toda a Austrália, Nova Zelândia, Ásia, Europa e EUA.

Devi também estudou vários estilos de dança do Oriente Médio (incluindo egípcio clássico e moderno, Baladi, Sha’abi, Zaar) por mais de uma década,  bem como também estudou Flamenco, Odissi (dança indiana clássica) e Ballet.

Desde 1999 viajou a São Francisco por vários meses para estudar ATS® com Carolena15025321_1293601884024147_6434405820187618447_o Nerricio e a equipe da FCBD®, e se dedica desde então a essa dança. Estudou também com outros renomados professores dos EUA, incluem Gypsy Caravan, Jill Parker, bem como ‘Bellydance Superstars’, Rachel Brice e Kaeshi Chai. Também participou de workshops e  aulas com Karen Gehrman, Jessie Gauld, Colette Hunter, Megha Gavin, Suhalia Salimpour, Kajira Djoumahna, Feat Tribal, Rachel Lazurus Soto e Paulette Rees Denis. Aulas com professores locais incluem Jrisi Jusakos, Terezka Drinzik, Ruth Brent, Sarah Hamilton, Susan Brown, Diane Dupont, Mel Rogers, Gintarus, Belyssa e, claro, seu primeira professora de dança do ventre que foi Kaiya Seaton.

Devi também completou dois cursos de desenvolvimento de professores com renomados dançarinos australianos, Belyssa e Terezka.

12744032_1000733989969723_8295295606118481795_nDevi é a primeira pessoa na Austrália a ser aceita no intensivo Curso de Formação de Professores de Carolena Nericcio. Devi agora recebeu seu credenciamento de ensino no altamente conceituado formato Fat Chance Belly Dance (FCBD)®, com vários movimentos do seu grupo Ghawazi Caravan sendo aceitos no formato, que faz parte da coleção de DVD’s do estilo, do qual destaca-se no DVD Volume 9: Anatomy of a Step ( sendo os passos em destaque: Box Step, Push Forward and Back, Egyptian Sevillana, The Triangle Step, Arabic with a Double Turn, The Pulse Turn, The Rainbow, Loco Camel, Medusa 1 (ATS® version), Medusa 2 (Indian version)) . Devi foi convidada para realizar e co-ensinar no treino de General Skills com Carolena na Austrália e em Taiwan.

Ela também colaborou com dançarinos conhecidos como Deb Rubin e foi convidada para fazer parte da Evolução da Dança do Ventre pela diretora Jillina Carlando, onde teve a oportunidade de trabalhar ao lado de Jillina, Kaeshi Chai, Sharon Kihara e outros grandes artistas.

Devi se apresenta regularmente em projetos que vão desde eventos da comunidade, festivais, particulares e corporativos. Devi foi convidada para fazer parte de grandes46486083_10155865319235869_1299448540157706240_n produções financiadas, como Unmasked e The Firebird, onde teve a oportunidade de trabalhar em colaboração com dançarinos e músicos de vários estilos, incluindo Mory Trarore, Emily Cooper, Colin Berryman, Pandit Ramchandra Suman, John May, Miriam Leiberman, Elizabeth Cameron Dalman e Keith Kempis.

Outros artistas com quem Devi trabalhou incluem Jrisi Jusakos, Karen Gehrman, Tarek Sawires, Andy Bussutil, Skorba, Sekyl e Hyde, Solace, Jeff Rees, Bobbi Singh, Al Maha, Karen Wray, Lester Iyves, Esperando Guiness, Paulette Rees Denis, Belyssa Radzivanas, Achusla, Amera Eid e Hilary Cinis.

Em 2009, Devi e Ghawazi Caravan receberam financiamento do programa The Cultural Partnerships para produzir o  Intertwine (festival de arte e cultura), que foi um show singularmente diversificado que reuniu dançarinos, músicos e artistas de várias disciplinas e estilos, unindo seus talentos em um todo coeso e envolvente, entrelaçando a cultura tradições, apresentando o resultado em um ambiente de teatro.

378 copyDevi Mamak virá pela primeira vez no Brasil para o 4º Congresso Tribal Sul Americano, realizado por Rebeca Pineiro em São Paulo, evento que ocorrerá de 25 de abril de 2019 a 01 de maio de 2019. Será uma oportunidade incrível de estudar alguns passos do DVD 9 com a pessoa que os desenvolveu, passos citados acima que são chamados de Dialetos por ser um repertório novo e muito aclamado por quem dança essa modalidade incrível que é American Tribal Style®.
Sem dúvida alguma estar na presença de uma figura simples, simpática cheia de estórias e conhecimento para dividir conosco é realmente maravilhoso.

Fontes acessadas:

http://ghawazicaravan.com/
http://www.bellydancebusinessacademy.com/2016/07/18/devi-mamak/
http://tribalandtrancefest.com/product/crazy-rhythms-cool-head-devi-mamak/
https://bellydancebazaar.com/devi/

Jill Parker e a Criação do Tribal Fusion

Jill Parker e a Criação do Tribal Fusion
Por Natália Espinosa

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Quando pensamos em Tribal Fusion, qual é a primeira bailarina que nos vem à cabeça? Muitas de nós conhecemos o Tribal Fusion através dos vídeos do Bellydance Superstars e diremos, sem titubear: Rachel Brice (quando muito, Zoe Jakes, Sharon Kihara ou Mardi Love). Embora todas essas mulheres tenham sido grandes divulgadoras do estilo, a grande responsável por remoldar o estilo Tribal foi Jill Parker.

Jill Parker deu o primeiro passo na intenção de transformar o que era conhecido como tribal nos EUA dos anos 90, adicionando a seu estilo uma miscelânea tanto de influências mais antigas, como a linguagem da dança do ventre (que nos Estados Unidos tem o nome de cabaret bellydance) e a estética vaudeville, quanto de quebra de padrões do ATS®, como o abandono do choli e do turbante – ainda parte do dress code na época – e também a criação de performances totalmente coreografadas, que permitiram a Jill uma exploração diferente da musicalidade na dança. O Tribal Fusion ainda não tinha nome, mas já tinha mãe.

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E melhor mãe não poderia haver. Jill foi uma das integrantes originais do FatChanceBellyDance® e criadora do icônico Ultra Gypsy, do qual fizeram parte Rose Harden, Sharon Kihara e Rachel Brice. Em uma entrevista* Jill diz:

Eu venho estudando a dança do ventre em suas tantas encarnações diversas – um pouco de American Tribal Style®, um pouco de estilo mais regional e folclórico, estilos mais específicos de folclore como o da Arábia Saudita e todas essas regiões do mundo, estilo de dança do ventre clássico cabaret, que é o estilo que vem do Egito, e a versão meio que americanizada. Existem muitas versões de dança do ventre incluindo o tribal fusion, que é amplamente o que eu ensino, com uma dose bem saudável de folclore clássico misturado.

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Jill foi responsável por algumas outras inovações no Tribal que se conhecia na época: embora Rachel Brice tenha sido de fato a primeira pessoa a ser reconhecida como solista do estilo, Jill já se apresentava com solos antes. Além disso, o Ultra Gypsy original contava com um homem em sua formação, o que consolidou a atmosfera de aceitação dessa nova fusão que viria a ser chamada de Tribal Fusion anos depois.

Apesar de ter sido responsável por essa revolução no estilo tribal de dança do ventre, Jill Parker não se deitou sobre seus louros e continua estudando e pesquisando até hoje, o que a torna uma dançarina que sempre traz algo novo para o palco e uma professora muito respeitada.

Vinte e sete anos depois (N.T.: a entrevista foi concedida em 2015) eu ainda me considero uma aluna. Eu ainda sinto como se eu estivesse indo cada vez mais fundo nesse poço de informação que está aí, e eu amo ensinar. Eu realmente amo ensinar, com certeza é o meu chamado nisso tudo”.

Jill Parker estará no Congresso Tribal Sul-Americano, possibilitando que muitos de nós 4 - jill3estudemos com ela aqui no Brasil. É uma oportunidade imperdível: além do aprendizado que ela traz com sua bagagem de estudo e experiência em dança do ventre, é um privilégio do nosso tempo poder aprender com quem desenvolveu essa forma de arte, com quem estava lá quando tudo aconteceu. Poder ter aulas com ela em nosso país é, certamente, um presente!

 

 

Vídeos

Referências e leituras adicionais:

http://www.gildedserpent.com/cms/2010/12/14/jamine-june-tribal-fusion-jill-parker/

http://www.gildedserpent.com/cms/2010/11/03/jasmine-june-intro-tribal-fusion-belly-dance/

https://odcsf.wordpress.com/2015/08/26/sharing-the-healing-power-of-dance-a-conversation-with-jill-parker-by-maya-kitayama/

https://www.jillparkerbellydance.org/bio

http://tribalmind.blogspot.com/2011/01/pequenas-biografias-jill-parker.html

Depoimento de Susan Melo

POR SUSAN MELO (Participante Passe Livre em 2018).
Quer enviar o seu depoimento? Ficaremos felizes em saber sua opinião e compartilhá-la no Blog do Congresso!  Envie uma foto sua + seu depoimento para festival@campodastribos.com.brDepois de participar do 2º Congresso, veio a ansiedade para participar do 3º? Sim ou com certeza?

Foram cinco dias de muito aprendizado, não apenas sobre a dança em si, mas também sobre mim mesma, poder ter a oportunidade de reencontrar amigxs queridxs e fazer novxs, muita diversão, fazer comprinhas legais, além de muito progresso na dança (tenho a sensação de que alguns movimentos “destravam” com a intensidade das aulas). Brinco que o Congresso Tribal é uma grande “terapia de grupo”, pois me emociono, me divirto, aprendo mais sobre mim e como lidar com quem me rodeia, sempre fazendo tudo da melhor forma possível. Que venha o 4º Congresso Tribal Sulamericano!
São Paulo, SP, Brasil
Att.
Susan Melo

Depoimento de Rezzy Martins

POR REZZY MARTINS (Participante Dia Avulso em 2018)
Quer enviar o seu depoimento? Ficaremos felizes em saber sua opinião e compartilhá-la no Blog do Congresso!  Envie uma foto sua + seu depoimento para festival@campodastribos.com.br

Tribo,
Eu iria lá imaginar que estaria participando de um evento como esse, quiça conhecer o Helm.
O mundo que vivo por enquanto é ambíguo. Mas é sempre muito intenso.
Meu coração de uns tempos pra cá bate no ritmo dos snujs, no tempo, como “fast steps”.
Eu me emocionei tanto ao ver a Ling (Helm) no palco, uma doce lembrança da infância com minha mãe tocando acordeon…Sentimentos aflorando, de todas as partes. Pessoas dançando e sorrindo. E quanta bagagem, isso é “body wave” no instante, energia no corpo. A experiência única e enérgica desses dias de Congresso, movimentos novos para repertório, amizades de pessoas de vários cantos do país e do mundo.
Eventos assim fazem com que apareça a importância da palavra união, da palavra aprendizado. Agradeço aos meus  professores de Tribal Fusion, e a professora Rebeca, por estar me mostrando o quanto é lindo o ATS® e sua linguagem, e com isso a grande responsabilidade de aprendizado e forma de passar para frente tudo que captamos. Uma responsabilidade doce e leve como os véus de seda,  ao mesmo tempo firme como a forma de dançar o Flamenco e rica como a dança indiana. Um bater de asas colorindo, um arco-íris em meio a revoada, um conto de Edgar Alan põe em cada olhar no palco com o Tribal Fusion.
Obrigada por cada aula que tive , cada pessoa que sorriu. Cada amizade que começou, cada ideia nova que surgiu. E que venham muitos outros dias assim.
Rezzy Martins
Toledo-PR/ Brasil

Depoimento de Loreta Marjory

POR LORETA MARJORY (Participante Dia Avulso em 2018).
Quer enviar o seu depoimento? Ficaremos felizes em saber sua opinião e compartilhá-la no Blog do Congresso!  Envie uma foto sua + seu depoimento para festival@campodastribos.com.br

“Minha participação fora de curto prazo por motivos de saúde e de agenda (concomitantemente), porém foram horas tranquilas e maravilhosas, agradáveis, com profissionais que partilham do seu amor pela dança tanto de modo específico quanto geral. Foi notório o equilíbrio entre as composições fusionadas nos workshops de Luciele le Fay e de Gabriela Miranda, que instigam o estudo do ATS como base principal para o fusion. Ter esse contato foi interessante, além das mesclas de estudos dark fusion e o mais bacana é que toda a estrutura de cada work tinha um começo, meio e fim, que apesar de durarem pouco tempo, eram bem trabalhados. Adorei o work da Bia Vasconcelos e da Camila Middea, que tratavam a técnica de maneira isolada e focada para cada assunto. Evento simples e bem sucinto, com características únicas: o Congresso deixou uma boa marca na minha primeira impressão e eu sempre recomendei e simplesmente continuarei recomendando o Campo das Tribos, justamente por ter esse tipo de conforto um pouco raro no âmbito da dança: não há disputa, e sim o reviver de uma união. Ou seja: o evento não só vende como muitos, instrui e educa. Ao meu ver como Profissional de Educação Física, a única questão a se ter cuidado é no excedente de exercícios físicos, porém depende muito de cada um, e o psicológico comanda muito o negócio: então essa observação é muito superficial em vista da capacidade de imergir em conteúdos e ideais gerais, não apenas físicos, e claro, fazendo a diferença, acredito eu, na visão de todos os que se empenham em estudar e tem sede de conhecimento, de resto, cada um pode atender às próprias necessidades.
Acreditei um evento muito bem feito, e com carinhos evidentes na produção, bem realizado e objetivo. Acredito que cumpre o que promete.
Para mim, foi importante não só para minha dança ou aulas, mas para observar num geral um mundo condensado de ideias e informações que se comunica agradavelmente. Sou grata à Rebeca por esta oportunidade, foi meu primeiro Congresso Tribal e foi um prazer participar.
Foto: eu e a linda da Bia Vasconcelos
Loreta Marjory – Bailarina, professora e artesã (criadora da Artistic Dance)
Ferraz de Vasconcelos – SP – Brasil.

Participantes “SHOW DE MOSTRAS”

Confira abaixo os  participantes e horários do show de mostras!

SHOW DE MOSTRAS
Data: 28/04/2018
Horário: 14h30
Local: Associação Aichi
Ingresso: R$ 35 (inclui entrada para Hafla Revoada com Helm ao vivo dia 28/04 às 19h30)

Atenção bailarinos das mostrasClique aqui para ler o regulamento completo das mostras que fala sobre seus direitos e deveres, horário de entrada entre outros detalhes.

Qualquer necessidade de alteração ou correção, por favor entrar em contato pelo e-mail: festival@campodastribos.com.br

mostras

Varal de Fotos

Mauro Capozzi
Muito prazer!!! Eu sou o Mauro, fotógrafo, e conhecido da maioria das bailarinas que estiveram na 2a. Edição do Congresso.

Eu estive para cima e para baixo registrando tudo o que aconteceu. O Evento foi uma grande festa. Momento de aprender, de reencontrar amigos e fazer novas amizades. Uma oportunidade de conhecer o trabalho de outros profissionais e ficar com os olhos brilhando com os produtos da Feira Tribal.

Faltando pouco para a comemoração dos 10 Anos do Campo das Tribos, convido a todos para rever como foi a edição de 2017, através do link: http://www.palcosp.com.br/dp_events/event-2/

Para celebrar a festa, vamos fazer um Varal Fotográfico com as fotos do ano passado. Então… convido a todos para dar uma passadinha para conhecer, aproveitar para pegar uma foto sua ou de um amigo e levar para casa como recordação do evento.

Esta é uma forma carinhosa que eu encontrei para retribuir o que eu aprendi sobre a vida, num evento de dança.