Entrevista exclusiva com Gabrielle Huang (São Paulo, SP | Brasil). Professora e bailarina do Congresso Tribal!
CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte?
GH: Eu tinha alguns problemas de alimentação e meu médico receitou que começasse a fazer diversas atividades físicas, para estimular a fome e me nutrir da melhor forma.
Então comecei a praticar desde natação, dança até ginástica de solo.
Aos poucos a dança foi me encantando e hoje levo não apenas como uma forma de hobby, como profissão que tanto amo.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no Tribal e em qual ano se tornou professora?
GH: Comecei meus estudos no tribal em 2012, tanto com professoras de Tribal Fusion, como de ATS.
Iniciei minha profissionalização como professora em 2016.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
GH: Prático Ballet clássico, jazz, contemporâneo, dança do ventre, Tribal Fusion, ATS, dança indiana e hip hop.
Trabalho principalmente com ballet clássico, dança do ventre e tribal.
CT: Em quais escolas você ministra aulas?
GH: Estúdio Ana Cláudia Borges
Estúdio Movimento em Foco
Aulas particulares e outros
CT: O que a sua carreira representa em sua vida?
GH: A dança me fez tanto uma bailarina melhor quanto uma pessoa mais dedicada, compromissada, centrada, que se arrisca a passar por obstáculos, passa por situações sociais e interpreta a vida de forma mais artística e viva.
Toda vez que faço aulas, me apresento, ensaio ou me movimento, traz prazer, emoção e grande realização.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 
GH: Acompanhei grande parte da história do crescimento do estilo no Brasil, e é perceptível o aumento da consciência corporal, dos movimentos, da trajetória até chegar onde estamos.
Com grande número de bailarinas que se encantam pelo propósito, criatividade, beleza e a forma de dançar.
CT: Onde deseja chegar como professora do estilo?
GH: Viso poder ministrar aulas em muitos outros estúdios, poder contagiar mais pessoas com a ideologia e técnica, tanto no Brasil como no exterior.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o
Tribal?
GH: Postura é um ponto essencial para todo estilo de dança, e ao longo do tempo, percebe-se a diferença no posicionamento do tronco, quadril, braços, que torna a performance mais elegante e imponente, além de evitar lesões e possíveis traumas.
A consciência corporal, entendendo a origem da força muscular, executando os movimentos de forma clara e limpa.
Além do estado emocional e psicológico, pois traz paz, alegria em estar no palco, felicidade em poder entender todo o processo de aprendizagem.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
GH: É poder trazer a dança para sua vida, tanto em seus aspectos físicos, como na forma de pensar, se expressar e viver intensamente a dança em seu dia a dia.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Você já participou?
GH: Participo do campo das tribos e do Congresso desde as primeiras edições.
Tanto como aluna, e agora como professora.
CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul.
GH: Aprendi muito com os profissionais, tanto em workshops, quanto nas apresentações, performances temáticas e expressivas.
Me motivou muito a poder explorar todas as vertentes de criatividade, imaginação, trabalho técnico e consciência corporal.
CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
GH: Todos dançamos por uma razão, desde hobby, até de forma mais séria e profissional, mas nunca devemos nos esquecer do porque esse estilo nos fez ser tão apaixonados por essa arte, podendo transmitir essa emoção para o público e se libertar pessoalmente!
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