#14 – ENTREVISTA |Lucielle Le Fay

Saiba um pouco mais sobre Lucielle Le Fay (Rio de Janeiro, RJ | Brasil) nesta entrevista exclusiva para o Blog do Congresso Tribal!

WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44 (1)CT: Por que começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 
LF: Minha mãe me levou para as primeiras aulinhas de Ballet, que depois se transformaram em aulas de Jazz… até que conheci a Dança do Ventre na pré-adolescência. Me apaixonei perdidamente por ela e depois veio a paixão pelo Tribal. Desde que fui levada “por mim mesma” para a dança, a motivação foi se transformando: inicialmente por curiosidade, posteriormente pelo autoconhecimento e hoje por necessidade vital. Investigar esse corpo, arte e beleza são os pilares da minha vida.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudos no WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.41Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
LF: Estudo Tribal desde 2007 e em 2008 me tornei professora de Dança do Ventre (que já estudava desde 2002). Passei a lecionar Tribal em meados de 2010.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
LF: Dança do Ventre, Flamenco, Tribal Fusion e American Tribal Style®️.
 
CT: Em quais escolas você minitra aulas? WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.43
LF: Em 5 escolas, todas no Rio de Janeiro:
– Sol y Luna Danzas – Espaço Cultural (https://www.facebook.com/SOLyLUNADanzas/)
– Jameelah Al Majida Studio (https://www.facebook.com/studiojameelahalmajida/)
– Ritmo e Arte – Escola de Dança (https://www.facebook.com/ritmoearte.danca/)
– Hari Om Studio (Grajaú)
CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 
LF: Ela é o centro da minha vida e fonte de realização pessoal. Não consigo trabalhar com algo em que não acredito. A batalha é diária, mas é por algo que vale a pena lutar.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44
LF: Sinto que estamos mais abertos e menos encaixotados sobre “isso pode” ou “isso não pode”. Vejo muitxs tribalistxs com gana de estudar e se aperfeiçoar, o que é muito bom. Não acho que tenha um ponto específico que tenha piorado, mas pontos ruins que permanecem: alunxs se tornando professores muito rápido, competições e comparações desnecessárias e a instabilidade do nosso trabalho.
CT: Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?
LF: Desejo ensinar o maior número de pessoas que eu puder nessa vida e que elas entendam que dançar é mais do que aprender um conjunto de movimentos.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 
LF:Eu percebo que eles se tornam mais conscientes sobre o próprio corpo e livres para experimentar movimentos diferentes.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você?
LF: É estar aberta a novas estéticas e inquieta com esse corpo, investigando e criando novas possibilidades.
WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.44 (2)CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 
LF: Desde 2015! Já são 4 edições que tenho o prazer de participar desse lindo evento.
CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
LF: Em 2015, quando participei a primeira vez, foi para fazer o General Skills e o Teacher Training e isso foi fundamental para a minha carreira! Desde então vejo as edições do Congresso como oportunidades para troca e experiências. Ser professora do Congresso em 2018 foi inesquecível e muito frutífero! Ansiosa para dar aula na edição de 2019 e participar dessa cena linda em expansão.
WhatsApp Image 2019-03-26 at 15.50.42CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do Congresso Tribal e amantes do estilo.
LF: “I do not try to dance better than anyone else. I only try to dance better than myself.” (Mikhail Baryshnikov)

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