#17 | ENTREVISTA – Karina Leiro

Confira a entrevista com Karina Leiro, professora e parceira Campo das Tribso há anos!

WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32CT: Porque começou a dançar? O que te levou a procurar esta arte? 
KL: Eu comecei a dançar aos 5 anos porque meus pais me levaram para experimentar o ballet classico.Eu gostei e fiquei por 12 anos.
CT: Desde qual ano você se dedica aos estudoes no Tribal e em qual ano se tornou professor (a)?
KL: Desde 2008/2009 quando comecei a faz aulas com Bela Safe Me tornei professora em 2011 mas já tinha anos como professora de flamenco.
CT: Com quais modalidades de dança você trabalha atualmente?
KL: Dança Flamenca, Tribal Fusion e ATS. (Coloquei por ordem de entrada das modalidades na minha vida rsrsrs)
CT: Em quais escolas você ministra aulas?
KL:
Ballet Marilia Nascimento insta @balletmarilianascimento, facebook

https://pt-br.facebook.com › Locais › Salvador

Ballet Adalgisa Rolim insta @adalgisarolimacademiadedança, facebook

CT: O que a sua carreira representa em sua vida? 
KL: Eu não saberia viver sem a arte. A minha carreira, assim como a minha filha, dão um sentido especial à minha vida.
CT: Como sente o crescimento da cena Tribal? O que mudou, melhorou ou piorou? 
KL: Vejo o triball crescendo, se ampliando e se fazendo mais conhecido isso é positivo, contudo. não saberia dizer sem uma reflexão mais profunda e sem conversar com mais pessoas de diversos lugares, o que é bom e o que é ruim nisso, mas certamente há os dois lados. Acho que o mais importante nessa história é que cada pessoa que está no tribal saiba o que está buscando e que toda a filosofia que envolve o estilo não se perca no processo.
CT:  Onde deseja chegar como professor (a) do estilo?WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.33
KL: Como professora de todos os estilos com os quais trabalho, além do aprimoramento constante da técnica para passá-la com excelencia aos meus alunxs,  desejo chegar ao coração das pessoas, conectar com as suas emoções e ser um instrumento que contribua com a construção de uma vida melhor para cada um delxs.
CT: Qual a principal transformação que sente em seus alunos ao aprenderem o Tribal? 
KL: Vejo muitas pessoas que chegam distantes de seus corpos e de suas almas, terem nas aulas um tempo para si, um tempo de reencontro, de reconexão consigo, de autoconhecimento, de bem estar e também de partilha com o outro. Daí surgem mudanças de vida, melhora da qualidade de vida, resgate de sonhos, melhora de auto estima, mais socialização, novos vículos de amizade, afeto.
CT: O que é Tribal LifeStyle para você? 
KL: Um estilo de vida vai além da esfera pessoal, que se preocupa e enxerga o coletivo, a tribo, o clã, a cidade, o país, o planeta, as relações humanas, a relação com o meio ambiente, os animais, com toda a teia com a qual estamos conectados. Nem todas as pessoas do meio pensam e agem assim mas essa foi a forma como esse estilo de vida chegou para mim e que  procuro cultivar dentro do que consigo, em meio às minhas limitações humanas e meu processo de evolução.
CT: Quantas edições do Festival Campo das Tribos ou Congresso Tribal você já participou? 
KL: Participo desde 2012. Este será a oitava edição.
WhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32 (2)CT: Conte um pouco da sua experiência nas produções Campo das Tribos e o que elas transformaram em sua carreira e na cena Tribal da América do Sul. 
KL: Eu já trabalhava com o flamenco mas estava bem no comecinho do meu trabalho profissional com o tribal e fusões. A Rebeca foi uma das primeiras pessoas que acreditou no meu trabalho e, depois de uma primeira ida com a Cia Lunay à qual eu pertencia na época, me deu a oportunidade de continuar participando. A Kilma Farias também acreditou e investiu em mim como profissional nesse perídodo de início, inclusive me chamou para ser da Lunay e criar um braço recifense da Cia quando eu morava em Recife. As minhas participações nas produções campo das tribos me trouxeram inúmeras oportunidades de estudo, reconhecimento, visibilidade, trocas com profissionais excelentes, belas amizades, enfim, só tenho a agradecer a perceria e confiança de todos estes anos. Desejo aproveitar para expressar minha gratidão a Bela Safe, que foi minha professora, por todos os seus ensinamentos e ter me incentivado a trilhar esse caminho.
CT: Deixe um recado, uma dica ou um pensamento para os alunos do CongressoWhatsApp Image 2019-04-11 at 10.44.32 (1) Tribal e amantes do estilo.
KL: “A dança tem uma peculiaridade que a diferencia de outras formas de expressão, que é o fato de ela existir sempre no presente. Ela é criada e recriada a cada instante. Durante a sua execução, não há divisão entre o criador e a criação. Tudo se realiza dentro e através do dançarino. O instante poético da dança remete a uma vivência da eternidade. Essa dupla natureza da dança, que compreende a fugacidade do instante que passa e que também nos remete a uma dimensão atemporal, abre a possibilidade de contato com níveis mais profundos de vivêcia e visão criativa da existência.” (Vera Lúcia Paes de Almeida, do livro Corpo Poético)

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